São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - Quinta-feira 24 de Julho de 2014 - Ano: VI - Edição: 2.099 - Visitas: 5.432.246 - Postagens: 23.000 - Comentários: 8.695

Assalto ao Banco Central de Fortaleza – A história verdadeira

Antonio Celso dos Santos
Delegado da Polícia Federal
Presidiu o inquérito
Prestes de completar seis anos do maior assalto do Brasil o delegado da Polícia Federal Antônio Celso dos Santos, que presidiu as investigações conta como tudo aconteceu
Prestes a completar seis anos, o roubo do Banco Central de Fortaleza voltou aos noticiários com a estreia do filme “Assalto ao Banco Central”, megaprodução nacional dirigida por Marcos Paulo. Nos dias 6 e 7 de agosto de 2005 foram roubados do cofre do banco R$ 164,7 milhões --em notas de R$ 50--, quantia que consagrou o assalto como o maior da história do país e o segundo maior roubo a banco do mundo.
O Ministério Público Federal denunciou mais de 120 suspeitos por envolvimento no crime, dos quais 36 teriam participação direta no assalto. Do total de denunciados, quase 50foram condenados, 11 foram absolvidos e 65 aguardam julgamento. Restam dois foragidos, que vivem em vilarejos do sertão do Ceará tal qual o bando de Virgulino Lampião: fugindo da polícia, praticando crimes e intimidando a população local.
O UOL Notícias conversou por telefone com Antônio Celso dos Santos, delegado da Polícia Federal que, com uma equipe fixa de no máximo dez agentes, presidiu as investigações do crime e interrogou todos os envolvidos. Atualmente trabalhando como adido da PF no Paraguai, o delegado contou detalhes das investigações e fez críticas aos livros e ao filme sobre o assalto –que, segundo ele, estão longe de relatar os fatos com verossimilhança.
Segundo Santos, a PF conseguiu resgatar cerca de R$ 20 milhões em espécie –R$ 18 milhões em duas apreensões realizadas no ano do crime. Já o BC recuperou R$ 20,3 milhões com bens adquiridos com o dinheiro do assalto, cujos valores de mercado são muito inferiores aos que foram pagos pelos criminosos nas operações para lavar dinheiro. Para o delegado, “não há como recuperar mais dinheiro”, em razão do tempo que já se passou.
O assalto foi um exemplo de ousadia dos criminosos. Com equipamentos rudimentares, eles conseguiram cavar um túnel de 90 metros da casa que alugaram até o cofre do BC e levar três toneladas de dinheiro sem serem notados. As conseqüências do crime, contudo, foram catastróficas para os envolvidos, que se tornaram vítimas de extorsões por parte da polícia e de outros criminosos e foram caçados de modo implacável pela polícia, dada a magnitude do crime.
Abaixo, o delegado da Polícia Federal relembra o crime e conta detalhes inéditos.
O ASSALTO
"O assalto foi praticado por três grupos, dois de São Paulo e um do Nordeste. A fita (ideia) do crime quem recebeu foi o Alemão (Antônio Jussivan Alves dos Santos, o principal líder dos criminosos), quando ele estava em Fortaleza para roubar uma carga e conheceu o Deusimar [Neves Queiroz] e o Luiz Eduardo [Moura Mota], dois vigilantes que trabalhavam em uma transportadora de dinheiro e sugeriram que ele roubasse o BC. Eles conheciam o cofre, e falaram que roubar o BC é muito mais fácil do que se imaginava. Depois, o grupo começou a organizar o assalto em uma casa de praia perto de Cumbuco (litoral do Ceará) e tomou conhecimento de como era o cofre por meio de fotos que o Deusimar tirou por celular. Eles sabiam onde estavam as câmeras, que não eram boas, não filmavam nada, e sabiam a parte em que estava o dinheiro que não era rastreado.
De posse dessas informações, eles alugaram a casa e começaram a cavar o túnel, que tinha 89 metros e era equipado com iluminação, ar-condicionado, revestido com lona e madeira. O túnel era estreito, uma pessoa um pouco mais gorda não passaria. Eles furaram o chão do cofre com maquitas (produto usado para cortar cerâmica), que funcionam com discos de diamante, porque se eles quebrassem o piso o alarme iria disparar. Quando eles chegaram na caixa forte, começaram a carregar o dinheiro em baldes cortados no meio, que eram puxados por cordas. Eles tiraram o dinheiro entre a noite de sexta e a madrugada de sábado. Depois começaram a distribuir. Cada um foi para um canto do país: Goiás, Piauí, Pará... "
R$ 6 MILHÕES NA CARRETA
"No dia 9, chegou a informação de que uma carreta da empresa JR Transportes saiu com um bocado de carros no domingo, e que o dono, o José Charles [Machado de Morais], que éirmão de um conhecido assaltante [apelidado de Cabeção, que participou do assalto] viajou junto. Rastreamos a carreta. Enquanto isso, o motorista da carreta, que não tinha nada a ver com o assalto, reparou que o chefe estava nervoso, estranhou a urgência do transporte dos carros e, durante uma parada na estrada, decidiu olhar dentro dos carros para ver o que tinha lá. Ele achou um bolo de notas de R$ 50 e logo associou aquilo com o assalto. O José Charles disse para ele ficar quieto.
Quando ele chegou perto de um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), decidiu entrar com a carreta no posto para se livrar do problema. Foi bem na hora que uma equipe nossa estava chegando no local. A gente planejava fazer um ‘cavalo deTroia’, e usar o caminhão para chegar até outros bandidos, mas alguém da PRF já tinha vazado a informação. Nesse dia, o Jornal Nacional soltou que haviam achado R$ 40 milhões dentro de um caminhão-cegonha. Aí nossos planos de chegar até outros criminosos com o caminhão foram por água abaixo. Tivemos que contar o dinheiro. Tinha cerca de R$ 6 milhões."
R$ 12 MILHÕES EM MONDUBIM
"Com a prisão do José Charles, que estava muito nervoso e não era um cara do crime, conseguimos pistas dos demais. Achamos, inclusive, o número do celular que batia com o do cartão encontrado no túnel. O telefone era de um amigo do irmão dele, conhecido como Negão, que estava freqüentando uma casa emMondubim (periferia de Fortaleza). Ficamos sabendo de uma reunião que teria lá. Nesse dia, a gente decidiu que iria ‘estourar’ (invadir) a casa.
SOBRE O FILME E OS LIVROS
Livros contam a história de "Assalto ao Banco Central"
Roubo inspira megaprodução nacional "Assalto ao Banco Central"
"Interpreto o pior tipo de bandido que existe no mundo", diz Eriberto Leão sobre personagem em "Assalto ao Banco Central"
"Assalto ao Banco Central" romantiza maior roubo do país
Estávamos em um bar e, coincidentemente, dois dos criminosos foram até esse local para comprar comida. Aproveitamos para entrar na casa e pegar os outros três que estavam ali dentro. Quando abrimos a porta, tinha R$ 12 milhões em espécie. Era uma pilha de 60 centímetros de altura e dois metros de comprimento. Ali achamos umas anotações com a divisão do dinheiro de assalto e a identidade dos demais. Daí foi questão de tempo para chegar nos outros."
NÃO HÁ COMO RECUPERAR MAIS DINHEIRO
"O bem que foi subtraído é volátil. As notas não estavam em série. Os bens comprados pelos assaltantes foram adquiridos com valores muito acima do real, já que eles tinham urgência em se desfazer do dinheiro. Eles gastaram o dinheiro de tudo que é jeito, com fazendas, casas, carros, lanchas, postos de gasolina, com mulher, com farra, pagaram dívidas... Tudo que se possa imaginar. Os criminosos também perderam muito dinheiro com extorsões. Não há mais como recuperar o dinheiro do assalto."
FORAGIDOS NO SERTÃO
"Os dois foragidos vivem em vilas próximas de Boa Viagem (a 217 km de Fortaleza). É o Antônio Artenho da Cruz, vulgo Bode, e o Juvenal Laurindo. Eu mesmo já fui umas quatro vezes, com uma equipe da Polícia Federal, para tentar prendê-lo, mas não consegui. Eles sempre conseguem fugir. Todo mundo na região conhece esses caras. Ou é amigo, familiar. Qualquer movimento estranho de alguém de fora eles avisam os caras, que conseguem fugir.
O Juvenal mora em uma fazenda em que é preciso percorrer 60 km numa estrada de terra para chegar. No caminho, há várias vilas, nas quais os moradores avisam o Juvenal quando há algum movimento estranho, seja por medo ou por amizade. Na última tentativa de pegar ele nós copiamos um caminhão de boia-fria que passa todos os dias na região recolhendo os trabalhadores. Ninguém percebeu nosso disfarce, mas quando a gente chegou na fazenda do Juvenal, uns burros começaram a relinchar, e a luz de uma das casas da fazenda se apagou. Corremos para tentar pegar o Juvenal, mas ele escapou. A casa era da irmã dele. Uma outra vez quase pegamos o Antônio Artenho, mas ele não tava em casa.
Tinha ido a um córrego próximo e conseguiu fugir. A região ali é muito propícia para eles fugirem. É caatinga, mas tem uma mata alta, é uma área extensa que não dá para cercar. Mas eu acredito que eles a prisão deles é questão de tempo. Eles vão ser presos por outros crimes que continuam praticando na região. Eles não param de cometer crimes. O Juvenal, por exemplo, é suspeito de ter cometido várias mortes, algumas por conta do assalto ao Banco Central."
ENVOLVIMENTO DO PCC
"Quase todos os paulistas que participaram do assalto eram vinculados ao PCC (Primeiro Comando da Capital). Alguns eram até respeitados, estavam em um nível alto na hierarquia, eram donos de boca de fumo e conheciam bem os presídios. Como quem está na rua precisa ajudar os ‘irmãos’ que estão presos, os assaltantes deram dinheiro para o ‘partido’, mas isso não quer dizer que o roubo ao BC financiou os ataques de maio de 2006, como alguns dizem."
EXTORSÃO E SUICÍDIO
"O José Edílson, vigilante do BC que recebeu R$ 2 milhões pelo crime, esse coitado foi tão extorquido que decidiu se matar. O Deusimar, que trabalhava com ele, foi preso e comentou na cadeia que o Edílson havia ficado com parte do dinheiro. Daí os caras seqüestraram o Edílson e tomaram dele R$ 500 mil. Depois, seqüestraram de novo e tomaram uns R$ 300 mil. Daí ele deixou o dinheiro com o irmão, que era sargento da Polícia Militar. Quando ele foi sequestrado de novo, disse que não tinham mais nada e acabou liberado pelos seqüestradores. Uns policiais descobriram que o dinheiro estava com o irmão e decidiram que iriam seqüestrar o Edílson de novo. Ele descobriu, e nesse meio tempo se suicidou."
CRÍTICAS AO LIVRO E AO FILME
"Eu li os dois livros --o do Roger Franquino (Toupeira – A História do Assalto ao Banco Central) e do Renê Belmonte (Assalto ao Banco Central). Inventaram tanta coisa, colocaram pessoas que não participaram. Eles leram jornais, pegaram uma das várias peças do inquérito --que ocupam metade de uma sala-- e inventaram um monte de história. Os únicos que investigaram o crime estavam na minha equipe, e nenhum deles foi consultado. O filme eu ainda não assisti, mas pelo o que eu vi a única coisa que tem de realidade é o túnel, o dinheiro e o Banco Central. Inventaram uns personagens que não existiram, atribuíram a determinados personagens o que outros fizeram. Talvez eu assista por curiosidade, mas pelo o que eu li não vale muito a pena. O filme é ficção, não é a realidade, agora, os livros tão muito fora da realidade."

28 comentários:

Anônimo disse...

Assisti ao filme, eu gostei, porem, como voce mesmo disse eh apenas ficcao.Totalmente fora da realidade.

Anônimo disse...

Acabei de assistir ao filme, gostei. Mas faltou um encerramento mais real e explicando do que realmente aconteceu com os envolvidos e como este caso se encontra hoje.

Anônimo disse...

BOM EU GOSTEI DO FILME, COMO TODOS FILMES BRASILEIROS MOSTRA O LADO DA CORRUPÇÃO POR PARTE DE POLICIAS E "GENTE GRANDE" DE NOSSO PAÍS... E A ILUSÃO DO POBRE DE FICAR RICO DA NOITE PRO DIA.

Anônimo disse...

Eu acabei de assistir o filme ...eu gostei achei uma super produção só no final foi que faltou mais detales de quem foi presso ,morto e os que estão foragidos...
queria ver a cara dos que foram pressos aonde eu posso encontrar as fotos ??
já fiz uma rapida busca nos sites da policia federal e nada ....

Anônimo disse...

muito fraco. nao tem nada a ver com a real historia.........
FRAQUINHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

BLOG DE POESIAS DO PROFEX disse...

Mas e a realidade.Quem está por trás de tudo isso? Porque a PF ainda não entrou neste caso?

denilson maranguape disse...

eh quem tem boca fala oque quer, o filme amostrou a verdadeira historia do que aconteçeu com o assalto do banco central do ceara porque o fato doque a policia federal dizem e tudo bobagem houve sim investigaçao mas sempre o dinheiro fala mas alto.
a verdade sim que os bandidos estao tudo numa boa gastando e fazendo tudo de bom..
e que o nosso pais estao cheio de politico ladrao isso sem duvida...

Anônimo disse...

acabei de assistir o filme, realmente muito fora da realidade pura ficção...

Anônimo disse...

ACABEI DE ASSISTIR REALMENTE FORA DA REALIDADE, MAS VAMOS E VINHAMOS ACONTECEU E OS CARAS É Q ESTÃO BONADOS ESSA SORTE EU NÃO TENHO,,,

Anônimo disse...

O livro ainda não li, mas o filme é uma piada, muito mal editado, não gostei, o final ficou meio sem nexo.

Anônimo disse...

Assistí ao filme e achei uma tremenda de uma babaquice: não há nada de real do que aconteceu, os atores tem péssima atuação (deve ser por causa do diretor) e, até o Lima Duarte está fraquinho. A impressão que o filme passa é que "como um bando de babacas, inconsequentes, irresponsáveis, sem planejamento séria poderia cometer um crime tão bem planejado...?". Muito ruim.

daniel disse...

meu pauuuuuuuuuuuuuuu tem que roba mesmo esses filhaaa da puta

Anônimo disse...

No país do jeitinho e dos simulacros, definitivamente o roubo ao Banco Central nos deixa uma série de questões para reflexão: a "engenharia intelectual do roubo, o papel da política na investigação e o trágico fim de muitos dos envolvidos no episódio. Vendo o filme, tem-se ao final mais duvidas do que certezas. Começa pelo fato do filme possuir uma espetacularizacão do roubo, passando um "recibo" velado de que mais importante do que discutir a questão moral em si, era ressaltar o "heroísmo" dos ladrões e a "eficácia"da polícia (muito aquém de uma boa interpretação de Lima Duarte". Ao espetacularizar o roubo, perde-se a noção da complexidade do episódio. O próprio delegado que "apurou" o caso (no filme o delegado é aposentado, mas o delegado real virou adido no Paraguai) parece ter cumprido seu papel de bom servidor público, mas a situação nos faz pensar que existem diversas questões não respondidas? História de PCC envolvido? Como um banco de assaltantes e envolvidos em tráfego de drogas tem "know how" para planejar algo tão bem estruturado de roubo. O crime vai muito além de nossa imaginação! Devem estar envolvidos "peixes grandes" da república que, no decorrer do caminho, foram minando as investigações e eliminando as "provas vivas". Como se pode conceber que 120 milhões continuam sem identificação? Os "peixes pequenos" não conseguem abrir conta nas ilhas Caymam e muito menos o PCC...E o papel da Receita Federal? Mas suas "lideranças"de alto coturno certamente...Então, o filme coloca-se nessa superficialidade com uma proposta muito mais comercial e menos reflexiva e provocadora...Não toca nos pontos essenciais e obscuros que ainda povoam a mente dos minimamente inteligentes... as razões que levam as pessoas a de certa forma "prestigiarem" esse tipo de ação e quais os reais potenciais envolvidos...

Anônimo disse...

A maioria dos comentários acima são de pessoas que confundem alhos com bugalhos. A realidade é crua. O filme é arte. A arte imita a vida. A arte imita a realidade. É claro, óbvio, que jamais um filme(arte) vai ser tão realista, pois assim não seria arte e sim um documentário, isso seria brega. Parabéns a criatividade artística do filme. Isso é poesia pessoal. A verdade é outra...não confundamos.

Anônimo disse...

somente hoje foi possivel assistir o filme assalto ao banco central. Um filme muito bacana, mais que ficou muito a desejar principalmente no final. Uma coisa que gostaria de saber, era se aquele triangulo amoroso existiu mesmo? e se realmente na história real do crime teve mulheres envolvidas. Uma coisa é certa...o filme da um bom exemplo para quem é tendencioso ao crime... quando o Eriberto Leão diz: Nessas horas me orgulho de ser brasileiro...rsrsrsrsrsr
Eu Leila

Anônimo disse...

Não me aprofundei nos livros,não questionei e nem investiguei a fundo.Assistí ao filme,mas,ele deixa uma série de pontos de interrogações na cabeça:quando os bandidos se encontram na casa alugada na rua 25 de março(é?)e o reencontro entre dois caras lá que discutem e apontam as armas refere-se ao vigilante Edilson??o personagem do ator eriberto Leão contracena quem?o filme mostra ele cumprindo uma pena,depois na praia comunicando-se com o Barão em uma shopparia requintada."Esse barão era o famoso Alemão que comandou o assalto?????

Anônimo disse...

Assisti o filme, gostei, mas longe do real, acho que o erro foi iniciar o filme quando as investigações se iniciaram. Se o filme fosse rodado hoje, haveria mais argumentos e histórias verídicas para contar deixando o filme mais atrativo e inteligente. Talvez teríamos até algum político no meio da história.

Hoje em dia existem formas mais práticas de roubar a república, isso agente vê todos os dias em Brasília, com os nossos célebres políticos. Sem túnel, sem pá, sem engenharia, apenas com mancomunados políticos, empresas prestadoras de serviço de preferência construtoras, empresas de recolhimento de lixo, fornecedores de alimentação, preparação de viaturas e/ou ambulâncias, etc, uma caneta, lobistas, partidos, um belo terno e contas abertas em fundos de investimento na suiça.

Anônimo disse...

Bom.. Não podemos negar que os assaltantes deram um baile na polícia que sempre esta mal informada. Além do que.. Só há corruptos nela.
Este delegado sequer saber argumentar corretamente e pior.. Foi um dos que levou o chapéu.. kkkkkkk
E o filme não pode ser igual ao que de fato aconteceu.. pois ninguém sabe como tudo se sucedeu (nem a polícia)!!!!
Mas para uma sessão da tarde, o filme é divertido.

Anônimo disse...

É logico que o filme não corresponde a realidade , Toda história como esta é romanceada, são acrescidos personagens e fatos para dar ritmo ao filme, senão seria documentário.Um filme como este é feito para entreter o público e tentar fatura a bilheteria. Apenas.

Anônimo disse...

Sou filha de um dos assaltantes, sobrinha de um deles e afilhada do cabeça do roubo. O filme e os livros são ridiculos perto da realidade.

Anônimo disse...

Se é filha de um deles vc é loira e mora em Boa Viagem/CE.

E devia está em casa quando prendemos a Geni.

Anônimo disse...

Bando de inocentes, vocês achariam que o Governo Federal, ia deixar a mídia publicar a verdade.? e tv e a polícia são subordinadas ao governo, claro que vão dá o crime por encerrado, com os suspeitos presos, ficaria feio pro governo afirmar o contrário, o povo não iria gostar. e outra quem planejou esse assalto foi gente graúda mesmo, talvez até do governo mesmo, jáh que o dinheiro roubado é dos cofres públicos mesmo, todo mundo passando a mão geral no dinheiro do POVO.

Anônimo disse...

- Sou afilhada do irmão do José Edílson que é sobrinho do meu vô,e pelo que eu saiba a verdadeira história é que ele se matou por culpa e também porque realmente alguns caras envolvidos tavam ameaçando ele,mas não foi por causa dos policias que estavam atrás dele não,e meu padrinho no tempo parece que ficou com uns 2 milhões no total,antes da polícia caçar e ele ser expulso da PM,e seus bens que foram comprados com o dinheiro do assalto serem apreendidos.

Anônimo disse...

Eu ajudeia a roubar. Vm me pega sou u verdadeiro barao

Anônimo disse...

Eu sou rico hoje por causa do roubo. Ajudei no crime.

Anônimo disse...

No Brasil maioria dos bandidos são a policia e o governo mesmo.

Anônimo disse...

Como tudo no brasil é assim, sem veracidade sejamos sábios: não devemos nem especular a verdadeira história desse ocorrido, pois só quem sabe a verdadeira história, São aqueles que hoje desfrutam desse dinheiro.

Anônimo disse...

Eu sou baral

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