São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - Quarta-feira 1º de Outubro de 2014 - Ano: VI - Edição: 2.167 - Visitas: 5.835.327 - Postagens: 23.702 - Comentários: 9.079

Operários da CSP aceitam proposta da Posco e retomam trabalhos

Chegou ao fim a greve dos operários que trabalham na construção da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) em São Gonçalo do Amarante


SGA NOTÍCIAS
Trabalhadores da CSP em assembleia

10/08/2013 - Chegou ao fim a greve dos operários que trabalham na construção da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) em São Gonçalo do Amarante. Reunidos no início da manhã de ontem em assembleia, eles decidiram aceitar a proposta feita pela construtora sul-coreana Posco Engenharia e Construção - responsável pelas obras do empreendimento e voltaram às atividades ontem mesmo, segundo informou o Sindicato da Construção Civil Pesada do Ceará, o Sintepav-CE.

A empresa confirmou a informação no começo da noite de ontem em nota e reavaliou a informação sobre o impacto da paralisação e a data de conclusão do empreendimento.

Depois de admitir publicamente que a entrega da CSP - prevista para o segundo semestre de 2015 - poderia ser prejudicada, em nota, a assessoria da Posco E&C apenas declarou que "continuará trabalhando para entregar a siderúrgica no tempo planejado". A empresa é a maior já captada pelo Ceará para o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) e é de propriedade da brasileira Vale (50%) e das sul-coreanas Dongkuk (30%) e Posco (20%).

LEIA MAIS:

CSP já admite atraso na obra com paralisações



Acordos fechados


Segundo o informado pelo Sintepav-CE, dos 24 dias de paralisação, foram 17 dias úteis. Destes, nove foram abonados e os oito restantes serão pagos pelos trabalhadores ao longo dos próximos três meses. "Serão dois em agosto, três em setembro e mais três em outubro", detalhou a assessoria de imprensa.

Além de terem chegado a um acordo sobre os dias, Posco E&C e Sintepav-CE ainda acertaram, de acordo com a entidade representante dos operários, que as faltas - os oito dias a serem pagos - não terão reflexo nem sobre as férias nem sobre o auxílio alimentação dos empregados.

Já o salário do mês de julho, que teve o pagamento suspenso pela construtora por conta da paralisação, o sindicato disse que será pago entre os dia 12 e 16 de agosto. A empresa sul-coreana, no entanto, não repassou informações detalhadas sobre os acordos feitos.

Sem detalhamento


Contudo, nem a Posco E&C nem o sindicato informaram sobre o atendimento às reivindicações feitas pela classe trabalhadora ao longo dos últimos 24 dias.

Na lista de exigências para que o retorno às obras fosse decretado entre os operários estavam plano de saúde estendido aos familiares, pagamento de cesta básica no valor de R$ 200, pagamento de percentual de 100% sobre as horas extras realizadas aos sábados, dentre outras reivindicações.


1 comentários:

Anônimo disse...

que pouca vergonha um SINDICATO que se diz ao lado do trabalhador leva MULTA da DELEGACIA DO TRABALHADOR por fazer uma GREVE INDEVIDA vai pagar mais de UM MILÃO E MEIO aos trabalhadores menti SOBRE FALSAS REIVINDICAÇÕES não GANHA NADA e quem PAGA e nos trabalhadores.
eu ja pedi pra empresa que eu trabalho pra não descontar mais do meu salario a cobrança SINSICAL não quero mais pagar ao sindicato qque não faz nada pra nós so enrola e enrola e no final agente fica sem salario por culpa deles.
não quero mais pagar por um sindicato que não existe.

jucelino albuquerque de lima e silva

[ Deixe-nos seu Comentário ]