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Duas delações colocam José Serra Ministro da Subserviência Nacional na roda da Lava Jato


Por Fernando Brito · 10/07/2016

Caso aparecerem, de fato, os relatos das empreiteiras que Lauro Jardim descreve em sua coluna de hoje em O Globo, vão doer muito mais que simples bolinhas de papel na cabeça de José Serra, atual Ministro da Subserviência Nacional, leia só:

Serra aparece nas duas megadelações que estão sendo negociadas, as da Odebrecht e OAS. As duas empreiteiras revelarão histórias de propinas em obras públicas nos tempos em que Serra era governador de São Paulo, entre 2007 e 2010.

No caso da OAS, a história a ser relatada gira em torno de uma propina negociada (e paga) diretamente entre Léo Pinheiro, sócio e ex-presidente da empreiteira, e uma pessoa muito próxima de Serra, que dizia falar em nome do então governador.

O rolo com a Odebrecht é relativo ao Rodoanel, a maior obra viária de São Paulo.

A Odebrecht promete detalhar a propina que teria dado a Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, o controverso ex-diretor da empresa que administrava a construção de rodovias no estado.

José Serra dá uma resposta sucinta, sobre o conteúdo das delações: “Não cometi nenhuma irregularidade, tampouco autorizei terceiros a falar em meu nome”.

O tragicômico no Brasil é que está em julgamento Dilma, que não aparece em delação alguma, acusada seja do que for. Caso aparecerem, de fato, os relatos das empreiteiras que Lauro Jardim descreve em sua coluna de hoje em O Globo, vão doer muito mais que simples bolinhas de papel na cabeça de José Serra, atual Ministro da Subserviência Nacional, leia só:

Serra aparece nas duas megadelações que estão sendo negociadas, as da Odebrecht e OAS. As duas empreiteiras revelarão histórias de propinas em obras públicas nos tempos em que Serra era governador de São Paulo, entre 2007 e 2010.

No caso da OAS, a história a ser relatada gira em torno de uma propina negociada (e paga) diretamente entre Léo Pinheiro, sócio e ex-presidente da empreiteira, e uma pessoa muito próxima de Serra, que dizia falar em nome do então governador.

O rolo com a Odebrecht é relativo ao Rodoanel, a maior obra viária de São Paulo.

A Odebrecht promete detalhar a propina que teria dado a Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, o controverso ex-diretor da empresa que administrava a construção de rodovias no estado.

José Serra dá uma resposta sucinta, sobre o conteúdo das delações: “Não cometi nenhuma irregularidade, tampouco autorizei terceiros a falar em meu nome”.


O tragicômico no Brasil é que está em julgamento Dilma, que não aparece em delação alguma, acusada seja do que for.

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