São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - domingo 17 de dezembro de 2017 - Ano: X - Edição: 3.348 - Visualizações: 19.638.129 - Postagens: 32.192

Movimentos e Centrais Sindicais preparam Fora Temer na Rio 2016


Frente Brasil Popular e Frente Povo sem Medo, com apoio das centrais sindicais, organizam grandes manifestações para denunciar ao mundo o golpe parlamentar ocorrido no Brasil; primeiro ato ocorrerá em São Paulo em 31 de julho, cinco dias antes da abertura dos Jogos e na mesma data de manifestação anti-Dilma, organizada pelo MBL; em 5 de agosto, quando ocorre a cerimônia de abertura do evento, os movimentos de esquerda estarão no Rio de Janeiro protestando contra Michel Temer; realização de protestos durante a abertura dos Jogos Olímpicos pode trazer riscos de confrontos, no momento em que o governo interino anuncia a intenção de reforçar medidas de segurança, após a tragédia de Nice, na França

15 DE JULHO DE 2016

A Frente Brasil Popular e a Frente Povo sem Medo, com apoio das centrais sindicais, estão articulando grandes manifestações durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro para denunciar ao mundo o golpe parlamentar ocorrido no Brasil.

O primeiro ato ocorrerá em São Paulo em 31 de julho, cinco dias antes da abertura da Olimpíada e na mesma data de manifestação anti-Dilma, organizada pelo Movimento Brasil Livre (MBL), também na capital paulista.

Em 5 de agosto, quando ocorre a cerimônia de abertura do evento, para a qual está previsto um público de mais de 70 mil pessoas, os movimentos de esquerda estarão no Rio de Janeiro, capital dos Jogos, protestando contra o interino Michel Temer.

O anúncio da retomada de manifestações contra o golpe foi feito ontem pelo coordenador do MTST, Guilherme Boulos, em coletiva de imprensa em São Paulo. Para Janeslei Aparecida Albuquerque, secretária de mobilização e relação com movimentos sociais da CUT, "as pessoas ainda não caíram em si" e por isso é difícil manter a população nas ruas contra Temer.

A realização de protestos durante a abertura dos Jogos Olímpicos pode trazer riscos de confrontos, no momento em que o governo interino anuncia a intenção de reforçar medidas de segurança, após a tragédia de Nice, na França.


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