São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - quinta-feira 14 de dezembro de 2017 - Ano: X - Edição: 3.345 - Visualizações: 19.638.129 - Postagens: 32.192

Ciro e Cid Gomes: encaramos Cunha quando todos o bajulavam


Ao comentar a prisão de Eduardo Cunha nesta quarta-feira, o ex-ministro Ciro Gomes compartilhou no Facebook um vídeo de seu irmão, o ex-governador Cid Gomes, de quando chamou Cunha, à época presidente da Câmara dos Deputados, de "achacador"; Ciro então comenta: "Este é o orgulho que temos! Cumprir nosso dever com o povo brasileiro quando todos os políticos bajulavam o Cunha"; em outro post, ele relembra um discurso de Michel Temer declarando que irá entregar "à fé de Eduardo Cunha" as tarefas mais difíceis

20 DE OUTUBRO DE 2016

O ex-ministro e candidato a presidente da República Ciro Gomes comentou nesta quarta-feira 19 a prisão do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) relembrando um discurso de seu irmão, o ex-governador do Ceará Cid Gomes, em que ele chama Cunha, então presidente da Câmara, de "achacador".

Em sua página no Facebook, Ciro Gomes compartilhou o vídeo do discurso do irmão e comentou: "Este é o orgulho que temos! Cumprir nosso dever com o povo brasileiro quando todos os políticos bajulavam o Cunha".

O discurso de Cid Gomes foi feito no plenário da Câmara em 2015, quando era ministro da Educação, depois que deputados pediram explicações suas sobre um áudio vazado em que ele dizia a estudantes que havia 300 ou 400 "achacadores" no Congresso.

Provavelmente esperando uma retratação do então ministro, os deputados ouviram naquele dia a confirmação da acusação. "Prefiro ser acusado de mal educado a ser acusado de achacador, como ele", disse, apontando para o presidente da Casa, Eduardo Cunha.

Depois do episódio, Cid deixou o cargo de ministro e em setembro foi condenado por um juiz do Distrito Federal por danos morais contra Cunha.

Em outro post, ainda em referência à prisão de Cunha, Ciro Gomes trouxe à tona outro vídeo, desta vez do hoje presidente Michel Temer, em que ele diz entregar "à fé de Eduardo Cunha" as tarefas mais difíceis.



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