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LAUREZ CERQUEIRA | Faltou tapete vermelho para Cunha entrar no avião

21 de Outubro de 2016

O juiz Sérgio Moro deixou Eduardo Cunha solto muito tempo. Afinal, se Cunha quiser implode o governo Temer. O negócio do Moro é prender Lula. Enquanto isso, dizem que Cunha limpou as contas bancárias. Seria um volume de R$ 221 milhões. Esquisito, não?

Moro recomendou à Policia Federal tratamento diferenciado.

Ao ser detido, Cunha foi tratado como um pachá, sem algemas, com policiais em roupas cotidianas, sem óculos escuros, sem aqueles trajes de guerra, camuflados, usados na detenção de Lula, sem fuzis, sem carros pretos, sem o japonês com sua tornozeleira de condenado.

Faltou tapete vermelho para Cunha entrar no avião.

Teve até um agente de barba comprida e cabelo em coque, que alguns nas redes sociais disseram tratar-se de um "hippster". Pareceu a cereja da operação.

O sujeito só tem o visual "hippster ". Hippster é outra coisa, é gente culta, descolada.

No Facebook circulou uma asneira atribuída a ele que viralizou, de que ele havia dito que Dilma foi eleita com as urnas eletrônicas fraudadas. Uma bobagem.

Ele poderia ser processado por isso. Se disse tem que provar. Quem estaria dizendo é um agente do Estado credenciado para investigações.

O fato é que Cunha teve tratamento vip. Não se sabe se Teme ligou para Moro para pedir isso, por tratar-se de um grande amigo que fez muita coisa juntos, de um personagem de alto teor explosivo.


O desfecho do golpe está interessante. Temer no Palácio e Cunha no presídio.

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