São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - sexta-feira 18 de agosto de 2017 - Ano: IX - Edição: 3.221 - Visualizações: 17.954.957 - Postagens: 31.406

Jornal Nacional decreta a morte do governo Temer, Globo teve acesso às delações da Odebrecht


Reportagem exibida nesta noite no Jornal Nacional praticamente decreta a morte do governo Temer; o jornal teve acesso às delações da Odebrecht, que revelam que Michel Temer e seus dois principais assessores, Eliseu Padilha e Moreira Franco, estão no bolso da Odebrecht; JN também citou as propinas pagas aos tucanos José Serra e Geraldo Alckmin; golpe dos corruptos contra a democracia e o povo brasileiro começa a desmoronar; empreiteira deixou claro que as doações via caixa dois tinham como objetivo favores governamentais, ou seja, eram propinas; um dos mais ativos arrecadadores foi Romero Jucá, com R$ 22 milhões; Temer pediu e levou US$ 10 milhões, dos quais US$ 4 milhões teriam sido entregues, em dinheiro, a seu amigo José Yunes, que é tido como seu sócio

9 de Dezembro de 2016

O Jornal Nacional, da TV Globo, exibiu reportagem na noite desta sexta-feira (9), na qual revela detalhes da delação do ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho, que implica o presidente da República, Michel Temer, seus dois principais assessores, Eliseu Padilha e Moreira Franco, além do líder do governo no Congresso, Romero Jucá, o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o senador Eunício Oliveira.

O delator detalhou como repassava dinheiro para o PMDB da Câmara e do Senado. Segundo ele, Jucá era o seu principal contato com o PMDB do Senado. O dinheiro era passado ao partido tanto em contribuição oficial ou por caixa 2. Ele disse que repassou mais de R$ 22 milhões a Jucá. 

O dinheiro para a Câmara era passado via Temer, Moreira Franco e Eliseu Padilha. Cláudio Melo citou um jantar, em maio de 2014, no qual Temer pediu diretamente a Marcelo Odebrecht dinheiro para campanha eleitoral. O ex-executivo afirmou que parte de um valor prometido pela construtora ao PMDB na campanha eleitoral de 2014 foi entregue em dinheiro vivo no escritório de advocacia de José Yunes, amigo e assessor do presidente Michel Temer. O delator disse que o montante fazia parte do valor de 10 milhões de dólares que havia sido prometido por Marcelo Odebrecht, ao PMDB, em 2014.

De acordo com o delator, o caixa 2 sempre teve como objetivo a obtenção de vantagens para a empresa, ou seja propina. O 247 noticiou o caso mais cedo (aqui). O JN informou que noticiará o caso, com mais detalhes, nos seus próximos telejornais.

Tucanos


O JN também noticiou as delações da Odebrecht sobre o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que foi notícia da Folha hoje (aqui). A Odebrecht afirmou que pagou caixa dois em dinheiro vivo para as campanhas de 2010 e 2014 do tucano. Um dos executivos que delataram o esquema foi Carlos Armando Paschoal, o CAP, ex-diretor da Odebrecht em São Paulo e que também fez afirmações sobre o repasse de R$ 23 milhões via caixa dois para a campanha presidencial de 2010 de José Serra (relembre aqui). 

1 comentários:

Dinarte Bonetti disse...

Vamos salvar a biografia de Temer
Prezado sr. Presidente Temer.
Ja que a Globo escancarou o fim do seu mandato, em conluio obvio com os tucanos, por uma questao de decencia e até doce vingança, um conselho:
RENUNCIE AGORA. ANTES DO FIM DO ANO.
ASSIM TERÃO QUE SER FEITAS ELEIÇÕES DIRETAS.
Com isso o senhor detona os tucanos, que querem chegar à presidencia SEM VOTOS.
O PAIS LHE AGRADECERA ETERNAMENTE.

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