São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - segunda-feira 23 de outubro de 2017 - Ano: X - Edição: 3.293 - Visualizações: 18.935.765 - Postagens: 32.192

O custo do golpe de Temer, Cunha, Aecio, Meireles, Imprensa: 21 meses consecutivos de demissões


O ano de 2016 foi mesmo um dos piores da história para os trabalhadores; mercado formal de trabalho vai encerrar o ano com perda de empregos em todos os 12 meses pela primeira vez desde 1992, quando começou a série do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho; segundo especialistas, pela dinâmica do mercado, o resultado de novembro será mais um saldo negativo; a conta pertence aos que sabotaram o país em 2015 com o 'quanto pior, melhor', como Aécio Neves e Eduardo Cunha, e aos que se mostraram incapazes de combater a crise criada pelo golpe, como Michel Temer e Henrique Meirelles

28 DE DEZEMBRO DE 2016

O ano de 2016 foi mesmo um dos piores da história para os trabalhadores. O mercado formal de trabalho vai encerrar o ano com perda de empregos em todos os 12 meses pela primeira vez desde 1992, quando começou a série do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Segundo especialistas, pela dinâmica do mercado, o resultado de novembro será mais um saldo negativo.

As informações são de O Globo.

"Tradicionalmente, dezembro é negativo, por conta das demissões dos trabalhadores contratados para o Natal. Com isso, se a conta for feita desde o agravamento da crise, em 2015, que reverteu anos de geração positiva de emprego, o país fechará 2016 com 21 meses consecutivos de desligamentos de trabalhadores com carteira assinada acima das admissões.

O resultado do Caged de novembro será divulgado ainda nesta semana. Em novembro de 2015, o saldo negativo foi de 130.629 postos. Em dezembro do ano passado, o corte líquidos de vagas formais ficou em 596.208.

De acordo com projeções do especialista Rodolfo Torelly do site Trabalho Hoje, 2016 deve fechar com resultado líquido negativo de 1,2 milhão de postos de trabalho. O saldo é menor do que o registrado em 2015, quando foram eliminados 1,6 milhão de empregos."

A conta pertence aos que sabotaram o país em 2015 com o 'quanto pior, melhor', como Aécio Neves e Eduardo Cunha, e aos que se mostraram incapazes de combater a crise criada pelo golpe, como Michel Temer e Henrique Meirelles.


1 comentários:

Anônimo disse...

Sim e o PT não roubou???? Comentario mais tendencioso. O problema é que o pais está cheio de políticos amorais, e pessoas tendenciosas que não se importam com a ética, mas sim em defender pilantras. Não foi golpe, a má gestão e os conchavos levaram o pais ao buraco, sem dúvida. Se os outros também foram desonestos tem que responder.Quem justifica roubo é porque não tem moral e ética.Vergonha um artigo destes.

[ Deixe-nos seu Comentário ]