São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - quarta-feira 23 de agosto de 2017 - Ano: IX - Edição: 3.226 - Visualizações: 17.977.957 - Postagens: 31.406

Sérgio Moro protege o PSDB em caso do “trensalão tucano” esconde dados que dificulta investigação


Juiz possui informações importantes para investigação do trensalão tucano. Segundo informações da colunista Mônica Bergamo, a CGA (Corregedoria Geral da Administração), órgão estadual que nos últimos meses solicitou a Moro o compartilhamento de informações, nunca recebeu uma resposta



Moro não fornece dados que poderiam ajudar em investigação sobre trensalão tucano

O juiz Sergio Moro tem segurado informações da Lava Jato que poderiam ser usadas em investigações sobre casos de corrupção em São Paulo, como o cartel dos trens, também chamado de trensalão tucano, por ter ocorrido sob as gestões do PSDB no Estado.

Segundo informações da colunista Mônica Bergamo, a CGA (Corregedoria Geral da Administração), órgão estadual que nos últimos meses solicitou a Moro o compartilhamento de informações, nunca recebeu uma resposta. Os pedidos são feitos a Moro porque ele é o juiz que pode levantar o sigilo dos autos para fornecer acesso aos requerentes.

"A CGA faz os pedidos para tocar investigações paralelas na esfera administrativa sobre suspeitas de irregularidades com a participação de servidores. Requer acesso, por exemplo, às menções a empresas que possam ter envolvimento com o cartel dos trens, caso que o órgão já apura. Obras do Metrô e da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) foram citadas na Lava Jato, com suspeitas de pagamento de propina."

O presidente da CGA, Ivan Agostinho, já fala até em ir a Curitiba cobrar uma resposta, diz a jornalista, nesta terla (20).

Bergamo também lembra que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) está sendo apontado como o "santo" das planilhas da Odebrecht, empreiteira que executou obras do Metrô. "O codinome foi citado em e-mail de 2004, ligado a repasse de R$ 500 mil. A assessoria do tucano diz que o apelido aparece em outros documentos oficiais apreendidos na Lava Jato referentes aos anos de 2002 e 2004, sem qualquer relação com eleições disputadas pelo governador."


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