São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - quarta-feira 23 de agosto de 2017 - Ano: IX - Edição: 3.226 - Visualizações: 17.977.957 - Postagens: 31.406

Pedidos de falência de empresas brasileiras cresceu 12,2% na gestão Temer


As empresas brasileiras foram uma das grandes vítimas do desastre econômico da gestão de Michel Temer e Henrique Meirelles; número de pedidos de falência no país cresceu 12,2% em 2016; esta é a primeira vez que há um aumento de dois dígitos em anos consecutivos desde que a série histórica foi iniciada pelo SCPC Boa Vista, em 2006; também houve crescimento nas falências decretadas (14,7%) e nos pedidos de recuperação judicial (49,4%); o maior número de pedidos de falência em 2016 aconteceu no setor de serviços: 39%;  situação das empresas vinha se deteriorando desde 2015, quando forças políticas interessadas em derrubar a presidente Dilma Rousseff deliberadamente provocaram um caos econômico ao estilo "quanto pior melhor"

10 DE JANEIRO DE 2017

As empresas brasileiras foram as grandes vítimas do desastre econômico da gestão de Michel Temer e Henrique Meirelles. O número de pedidos de falência no país cresceu 12,2% em 2016. Esta é a primeira vez que há um aumento de dois dígitos em anos consecutivos desde que a série histórica foi iniciada pelo SCPC Boa Vista, em 2006. A situação das empresas vinha se deteriorando desde 2015, quando forças políticas interessadas em derrubar a presidente Dilma Rousseff,deliberadamente provocaram um caos econômico ao estilo "quanto pior melhor". Também houve crescimento nas falências decretadas (14,7%) e nos pedidos de recuperação judicial (49,4%). O maior número de pedidos de falência em 2016 aconteceu no setor de serviços: 39%.

As informações são da  coluna Mercado Aberto, de Maria Cristina Frias, na Folha de S.Paulo.

"É uma diferença pequena do nível observado em 2015 e bem distante de 2013 e 2014, quando houve uma estagnação. A situação é um retrato da trajetória econômica recente do país", diz Yan Cattani, economista do Boa Vista.

O crescimento mais significativo, no entanto, aconteceu entre as indústrias, responsáveis por 37% dos requerimentos. O aumento foi de 14,2%, na comparação com 2015."


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