São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - quinta-feira 17 de agosto de 2017 - Ano: IX - Edição: 3.220 - Visualizações: 17.954.957 - Postagens: 31.406

Produção Industrial brasileira mergulhou na mais profunda depressão


Os dados da produção industrial de novembro confirmam que a economia brasileira mergulhou na mais profunda depressão; em novembro deste ano, houve queda de 1,1% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, quando o mercado apostava em expansão de 0,45%; dados indicam que o Brasil terá queda do PIB também no quarto trimestre deste ano; como a dupla Temer-Meirelles foi incapaz de restaurar a confiança, será necessário cortar pelo menos R$ 20 bilhões do orçamento em 2017, para não estourar uma meta fiscal que já prevê um rombo de R$ 139 bilhões, mas já se fala até em cortes de R$ 50 bilhões; depois do golpe, o Brasil migrou para a última posição no mundo em dinamismo industrial; queda acumulada em 2016 foi de 7,1%

5 de Janeiro de 2017

Os dados da produção industrial de novembro confirmam que a economia brasileira mergulhou na mais profunda depressão.

Em novembro deste ano, houve queda de 1,1% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, quando o mercado apostava em expansão de 0,45%.

Os dados indicam que o Brasil terá queda do PIB também no quarto trimestre deste ano.

Como a dupla Temer-Meirelles foi incapaz de restaurar a confiança, será necessário cortar pelo menos R$ 20 bilhões do orçamento em 2017, para não estourar uma meta fiscal que já prevê um rombo de R$ 139 bilhões, mas já se fala até em cortes de R$ 50 bilhões.

Depois do golpe, o Brasil migrou para a última posição no mundo em dinamismo industrial.

Abaixo, reportagem da Reuters:

Reuters – A produção industrial brasileira registrou alta de 0,2 por cento em novembro na comparação com o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção caiu 1,1 por cento. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de alta de 2,0 por cento na variação mensal e de 0,45 por cento na base anual.


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