São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - quarta-feira 28 de junho de 2017 - Ano: IX - Edição: 3.170 - Visualizações: 16.810.098 - Postagens: 31.078

Empresas devem R$ 452 bilhões à previdência, que Temer quer reformar


Dado foi confirmado em audiência pública na Câmara nesta quinta-feira 16 pela procuradora da Fazenda Anelise Lenzi, diretora do Departamento de Gestão da Dívida Ativa da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN); segundo ela, os débitos previdenciários inscritos em dívida ativa crescem a uma taxa média de 15% ao ano, em função dos juros, mas também de novos débitos; dessas dívidas, 58% são consideradas de baixa chance de recuperabilidade a quase irrecuperável; quando defende a reforma da Previdência, cujo movimento contrário levou cerca de 1 milhão de brasileiros às ruas em todo o País e parou diversas categorias, Michel Temer não cita os débitos das empresas

16 DE MARÇO DE 2017

Empresas têm um débito de nada menos que R$ 452 bilhões à Previdência do Brasil e a dívida cresce a uma taxa média de 15% ao ano, em função dos juros, mas também de novos débitos. A informação foi confirmada em audiência pública na Câmara nesta quinta-feira 16 pela procuradora da Fazenda Anelise Lenzi, diretora do Departamento de Gestão da Dívida Ativa da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Dessas dívidas, segundo ela, 58% são consideradas de baixa chance de recuperabilidade a quase irrecuperável. O governo Temer, que propôs uma reforma da previdência que é rechaçada pela grande maioria da população (63,7%, segundo o Paraná Pesquisas), e que levou ontem cerca de 1 milhão de brasileiros às ruas, além de ter paralisado diversas categorias, usa o argumento do "rombo" no sistema para tirar ou dificultar o acesso ao benefício.

Quando defende sua proposta, como fez Temer ontem, ignorando os protestos e dizendo que a população entende a importância de apoiar as reformas, o peemedebista não cita os débitos das empresas, e muito menos explica por que essas companhias não são cobras e punidas por não repassarem verba ao sistema, enquanto os trabalhadores têm desconto automático em folha.


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1 comentários:

Manoel Oliveira disse...

E ISSO MESMO ESSE ABUTRE VAI MESMO ACABAR COM OS ÓRGÃOS PÚBLICOS , QUE SAO SÓ ELES QUE FUNCIONAM NO BRASIL, TAIS COMO UNIVERSIDADES FEDERAIS , MINISTÉRIO PUBLICO. POLICIA FEDERAL. FAZENDA ETC.PARA SATISFAZER ESSE BANDO DE CRIMINOSOS DA FIESP DA CNIs, GERALDO ALCKMIN E OS BANQUEIROS. ISSO E VERGONHOSO E NOJENTO. MAS ELES NÃO VEEM QUANTAS MIL PESSOAS ESTÃO MORANDO EMBAIXO DE PONTES E VIADUTOS DE SAO PAULO, E MORANDO EM CASAS DE PAPELÃO E DE MADEIRA, NA BEIRA E CÓRREGOS.

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