São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - terça-feira 22 de agosto de 2017 - Ano: IX - Edição: 3.225 - Visualizações: 17.977.957 - Postagens: 31.406

Tucanos de São Paulo estão em alerta máximo, Adir Assad e Paulo Preto vão falar


Tucanos de São Paulo estão em alerta máximo; o operador e lobista Adir Assad, que promete entregar todos os caminhos das propinas pagas a agentes públicos nas grandes obras do governo paulista durante as últimas gestões tucanas, assina sua delação premiada nos próximos dias; Assad tem informações de peso que podem complicar ainda mais a vida de tucanos como os senadores José Serra e Aloysio Nunes e do governador Geraldo Alckmin; ele disse ao Ministério Público ter repassado cerca de R$ 100 milhões para Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da Dersa e tido como operador do PSDB; Paulo Preto também analisado a possibilidade de também aderir a um acordo de delação premiada com MPF; a interlocutores, o operador tucano disse que "tudo o que acontecia no Dersa era de conhecimento do Serra e do Aloysio"


27 DE MARÇO DE 2017

O operador e lobista Adir Assad, que promete entregar todos os caminhos das propinas pagas a agentes públicos nas grandes obras do governo de São Paulo durante as últimas gestões tucanas, assina sua delação premiada nos próximos dias. A informação é do colunista Lauro Jardim.

Adir Assad tem informações de peso que podem complicar ainda mais a vida de tucanos como o senador José Serra e do governador Geraldo Alckmin. Assad diz ter repassado cerca de R$ 100 milhões para Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), entre 2007 e 2010, época em que o estado de São Paulo era governado por José Serra (PSDB).

Paulo Preto atuou nas obras do Rodoanel nas gestões de Geraldo Alckmin e Serra, e também foi citado por empreiteiros como coletor de propinas. De acordo com o lobista, o ex-diretor da Dersa centralizava os repasses das empreiteiras responsáveis por obras na estatal do governo paulista.

Assad é apontado como o maior emissor de notas frias para lavagem de dinheiro de empreiteiras suspeitas de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobrás. Ele confessou ter usado suas empresas de fachada para lavar recursos de empresas em obras na região metropolitana de São Paulo, como o Rodoanel, a Nova Marginal Tietê, e o Complexo Jacu-Pêssego.

Paulo Preto também analisado com mais frequência a possibilidade de também aderir a um acordo de delação premiada com MPF. A interlocutores, o operador tucano disse que "tudo o que acontecia no Dersa era de conhecimento do Serra e do Aloysio".



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