São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - domingo 20 de agosto de 2017 - Ano: IX - Edição: 3.223 - Visualizações: 17.954.957 - Postagens: 31.406

Globo agora que descobriu que o nome da crise é Michel Temer



A edição desta terça-feira do jornal O Globo, da família Marinho, envia um recado direto aos sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral que, começam hoje a julgar a cassação de Michel Temer; a mensagem é: a crise tem nome e se chama Michel Temer; ou seja: se ele não for cassado, o Brasil continuará mergulhado no abismo, pois terá um ocupante da presidência da República acossado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial – fato inédito na história do Brasil; curiosamente, hoje quem mais pede a saída de Temer foi a emissora que voltou a ser chamada de golpista pela população, ao apoiar a deposição de Dilma pouco tempo de se desculpar por seu apoio ao golpe militar de 1964

6 DE JUNHO DE 2017

Antes tarde do que nunca. A Globo, que demorou 50 anos para se desculpar pelo apoio ao golpe militar de 1964, mas reincidiu na vocação antidemocrática, ao apoiar o golpe parlamentar de 2016 contra a presidente Dilma Rousseff, hoje está arrependida de ter ajudado a colocar Michel Temer no poder.

A edição desta terça-feira do jornal O Globo, da família Marinho, envia um recado direto aos sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral que, começam hoje a julgar a cassação de Michel Temer.

A mensagem clara e cristalina é: a crise tem nome e se chama Michel Temer.

Ou seja: se ele não for cassado, o Brasil continuará mergulhado no abismo, pois terá um ocupante da presidência da República acossado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial – fato inédito na história do Brasil.

Leia, abaixo, reportagem da Reuters sobre as 84 questões enviadas pela PF a Temer:

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Michel Temer recebeu na tarde desta segunda-feira um questionário com 84 perguntas a respeito do inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) a que ele responde a partir da delação do empresário Joesley Batista, um dos sócios da JBS.

Os questionários foram entregues inicialmente ao criminalista Antonio Claudio Mariz de Oliveira, defensor de Temer. Um representante da equipe de Mariz repassou-as a Temer.

A partir do recebimento, o presidente tem 24 horas para responder aos questionamentos, segundo decisão tomada na semana passada pelo ministro Edson Fachin, relator do inquérito no STF.

O teor das perguntas, até o momento, não foi tornado público.

Ao contrário do que esperava o Palácio do Planalto, Fachin também decidiu que a PF poderia sim formular perguntas a respeito da conversa gravada entre Joesley e Temer.

O governo tentou, sem sucesso, impedir que esses questionamentos fossem feitos por entender que estava pendente uma perícia no áudio da conversa.

(Por Ricardo Brito e Lisandra Paraguassu)


0 comentários:

[ Deixe-nos seu Comentário ]