São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - quinta-feira 14 de dezembro de 2017 - Ano: X - Edição: 3.345 - Visualizações: 19.638.129 - Postagens: 32.192

Michel Temer mandou JBS entregar R$ 3 milhões a Cunha em dinheiro vivo e os deputados canalhas ainda vão salvá-lo da justiça


"Pode fazer", disse Michel Temer ao ex-diretor da JBS, Ricardo Saud, quando questionado sobre uma entrega de R$ 3 milhões, em cash, ao ex-deputado Eduardo Cunha; a propina era parte de uma quantia de R$ 15 milhões destinada ao PMDB, segundo reportagem publicada nesta noite pelo site da revista Época; nos próximos dias, a Câmara irá avaliar se permite que Michel Temer, que conquistou o poder por meio de um golpe iniciado por Cunha, seja investigado por corrupção; aprovado por apenas 5% dos brasileiros, Temer vem se mantendo no poder com a compra de deputados por meio de emendas parlamentares

31 DE JULHO DE 2017

Primeiro ocupante da presidência da República denunciado por corrupção na história do Brasil, Michel Temer mandou a JBS entregar R$ 3 milhões, em dinheiro vivo, ao ex-deputado Eduardo Cunha.

– Pode fazer – disse Temer ao ex-diretor da JBS, Ricardo Saud, segundo reportagem publicada nesta noite pelo site da revista Época.

A propina era parte de um acerto de propina de R$ 15 milhões entre a empresa e o PMDB.
Nos próximos dias, a Câmara irá avaliar se permite que Michel Temer, que conquistou o poder por meio de um golpe iniciado por Cunha, seja investigado por corrupção.

Temer é aprovado por apenas 5% dos brasileiros, mas vem se mantendo no poder com a compra de deputados por meio de emendas parlamentares.

Leia, abaixo, o parágrafo mais importante da reportagem de Época:

Após receber a orientação de Temer, Saud consultou Cunha sobre a forma de pagamento dos R$ 3 milhões. O deputado pediu à JBS que pagasse em dinheiro vivo. Para não haver equívocos, Saud procurou Temer pessoalmente. Queria o aval do vice-presidente. “Pode fazer”, disse Temer, segundo o relato de Saud. O pagamento foi registrado em uma das planilhas de propina da JBS, controlada pelo funcionário Demilton. No final da linha aparece a sigla “MT”, de Michel Temer.


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