São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - quinta-feira 19 de outubro de 2017 - Ano: X - Edição: 3.289 - Visualizações: 18.935.765 - Postagens: 32.192

Procuradora pede a suspeição do juiz parcial Sérgio Moro no STJ


Sub-procuradora-geral da República, Aurea Maria Etelvina Nogueira Lustosa Pierre, defendeu em parecer que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) discuta o pedido de suspeição do juiz federal Sérgio Moro, feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; em seu parecer com data dessa segunda-feira, 18, a representante do Ministério Público citou, entre outras informações, foto em que o juiz Sérgio Moro aparece ao lado do senador Aécio Neves (PSDB); defesa de Lula alega que Moro demonstrou parcialidade na ação penal que levou à condenação do ex-presidente, ordenando conduções coercitivas e interceptações telefônicas ilegais, bem como levantado ilegalmente o sigilo profissional dos advogados do petista ao grampear seus telefones

20 DE SETEMBRO DE 2017

A sub-procuradora-geral da República, Aurea Maria Etelvina Nogueira Lustosa Pierre, defendeu em parecer que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) discuta o pedido de suspeição do juiz federal Sérgio Moro, feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em seu parecer com data dessa segunda-feira, 18, a representante do Ministério Público citou, entre outras informações, foto em que o juiz Sérgio Moro aparece ao lado do senador Aécio Neves (PSDB).

No pedido feito ao STJ, a defesa de Lula alega que Moro demonstrou parcialidade na ação penal que levou à condenação do ex-presidente, ordenando conduções coercitivas e interceptações telefônicas ilegais, bem como levantado ilegalmente o sigilo profissional dos advogados do petista ao grampear seus telefones.

Leia algumas das questões levantadas pela sub-procuradora:

“Questões trazidas (da e-fl 1505/1508):

1-Na APn 5046512-94.2016.404.7000 – linguagem de certeza de condenação no recebimento da Denúncia (Apartamento 164-A);

2-Na mesma Decisão esclarecimento sobre a Denúncia apresentada pelo MPF – quanto à individualização da responsabilidade;

3-Evento em 06/12/216, ‘Revista Isto É’ - fotografia trazida;

4-A defesa do magistrado na Queixa-Crime apresentada

5-Vídeo com divulgação em redes sociais – figurando o magistrado com membros do órgão de acusação

6-Brasil apresentou informações em 27/01/2017 ao Comitê de Direitos Humanos da ONU, referente à comunicação do Agravante em 28/7/2016;

7-Em audiência de 16/12/2016, permitido o tratamento indevido para com o Acusado;

8-O magistrado após audiência, fora da gravação, dirigiu provocação ao Advogado do Agravante;

9- Inquirição de Testemunhas com potencial de prejudicar o Acusado”.


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