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Lava Jato vem pagando propinas milionárias à imprensa, na forma de “furos”

Miriam Leitão a Urubóloga e o juiz da Globo Sérgio Moro

Por: Miguel do Rosário | 16/10/2017

A entrevista do consultor Mario Rosa já foi reproduzida em vários sites. Eu tinha que dar um título mais impactante, e ao mesmo tempo mais verdadeiro, porque é disso que se trata. Rosa faz uma denúncia óbvia, que está a vista de todos.

Imagina se o Ministério do Desenvolvimento “vazasse” informações sobre comércio exterior apenas para jornalistas que falassem bem do governo? Não seria um escândalo? Não seria considerado corrupção?

A Lava Jato usa informações públicas para corromper jornalistas. Estes só continuam a receber furos, e um furo é a moeda mais valiosa do jornalismo, caso eles continuem a servir à narrativa do Estado, ou melhor, à narrativa da própria Lava Jato.

Ou seja, é propina.

Uma propina muito maior e muito mais imoral que os milhões que Lucio Funaro diz ter dado a Eduardo Cunha para que este “comprasse” o impeachment.

Mas com o mesmo objetivo: a Lava Jato foi uma operação montada para derrubar o governo Dilma e empossar um outro regime, de ordem neoliberal, servil aos interesses das corporações norte-americanas.

Por isso a operação e, sobretudo, Sergio Moro, recebem tantos prêmios nos Estados Unidos.

Só não entendo porque Donald Trump ainda não recebeu Moro no salão oval da Casa Branca, e ainda não lhe entregou uma medalha de heroi da pátria, depois de tudo que o juiz fez em prol da “terra dos livres e lar dos bravos”.

A Lava Jato girou, desde o início, em volta de propinas.

Todos os prêmios que recebeu, por exemplo, são propina. E os “furos” da Lava Jato idem.

A Lava Jato é a ação judicial mais corruptora e corrompida da história do país.


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