São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - quinta-feira 24 de maio de 2018 - Ano: X - Edição: 3.506

Caso Cristiane Brasil caiu na mão de Carmem Lucia que terá que decidir de acordo com a lei ou com o freguês



POR FERNANDO BRITO · 21/01/2018

Michel Temer tentou evitar de todo jeito, mas o caso da nomeação de Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho acabou, como era inevitável, às mãos da ministra Carmem Lúcia.

E sua excelência vai ter de escolher entre o Direito – o que nem sempre vem ao caso, hoje em dia – e o papel de moralismo midiático que sempre tenta representar.

Diz O Globo que ela toma a decisão nas próximas horas.

Depois que todos aplaudiram Gilmar Mendes impedir Lula de assumir a casa Civil do Governo Dilma, para tentar impedir o golpe de estado, o artigo 84 da Constituição – onde se diz que ” compete privativamente ao Presidente da República nomear e exonerar os Ministros de Estado- já foi flexibilizado.

Celso de Mello, por exemplo, o revalidou para deixar Moreira Franco com foro privilegiado.

Agora, no caso de Cristiane Brasil, filhota do “primitivo” Roberto Jefferson, durante o recesso parlamentar, D. Cármem não pode “terceirizar” a responsabilidade.

Vai ter de mostrar se decide de acordo com a lei ou com os variáveis de um “tribunal moral”, cujos princípios variam de acordo com o freguês.


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