São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - terça-feira 24 de abril de 2018 - Ano: X - Edição: 3.476 - Visualizações: 21.650.328 - Postagens: 33.408

É assustador o poder da Globo sobre o STF, diz o deputado Paulo Pimenta




"Sinceramente, chega a ser assustador a capacidade que a rede Globo tem de intimidar a independência da Suprema Corte. Isso é apequenar o judiciário brasileiro e colocá-lo em posição de absoluto constrangimento diante da história, suas opções e responsabilidades", diz o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), diante da recusa dos ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia de colocar em pauta a questão da prisão em segunda instância; "Enquanto suas Excelências decidem quem é, a CF continua sendo violada, e um direito inalienável de um cidadão inocente usurpado por essa indefinição", fala Pimenta


17 DE MARÇO DE 2018

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), líder do PT na Câmara, foi às redes sociais e denunciou a covardia dos ministros do Superior Tribunal Federal diante do poder de intimidação da Globo, que trabalha para que o ex-presidente Lula seja preso sem provas e impedido de disputar as próximas eleições. "Eu estive com a Ministra Carmen Lúcia, presidenta do STF e ela foi taxativa: cabe ao Ministro relator Edson Fachin, levar diretamente ao plenário o HC sobre possibilidade de início de cumprimento de pena sem que o processo esteja transitado e julgado", diz ele.

"Agora vejo Fachin dizer que cabe a Ministra e não a ele pautar o HC que ele é relator no plenário. Enquanto suas Excelências decidem quem é, a CF continua sendo violada, e um direito inalienável de um cidadão inocente usurpado por essa indefinição – sinceramente chega a ser assustador a capacidade que a rede Globo tem de intimidar a independência da Suprema Corte. Isso é apequenar o judiciário brasileiro e colocá-lo em posição de absoluto constrangimento diante da história, suas opções e responsabilidades. Os capitães do mato eram quase sempre ex escravos que para provar sua subserviência a Casa Grande tinha que demonstrar sua ‘conversão’: entregar os líderes rebeldes e os quilombos era para eles uma forma de purificação e demonstração aos ‘Senhores’ de sua lealdade e covardia", afirma.


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