São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - terça-feira 22 de maio de 2018 - Ano: X - Edição: 3.504 - Visualizações: 22.150.328 - Postagens: 33.408

‘Nossa Justiça é falida e feita de arbítrios’, diz Leonardo Boff



Para o escritor e teólogo Leonardo Boff, uma Justiça "politizada como a nossa" nos coloca no rol dos "países lixo com uma justiça falida e feita de arbítrio e não de provas irrefutáveis"; a declaração no Twitter foi feita antes de sair na imprensa a notícia de que a ministra do STF Rosa Weber mandou arquivar o inquérito contra o senador José Serra (PSDB-SP); lembrando, ainda, que outro tucano, o ex-governador de Minas Eduardo Azeredo, pode ser beneficiado, pois o TRF4 reduziu o tempo de prisão dele e permitiu que ele respondesse em liberdade até a última instância no caso do mensalão do PSDB


10 DE MARÇO DE 2018

O escritor e teólogo Leonardo Boff bateu duro na Justiça brasileira. "Uma justiça como a nossa, politizada e em parte venal, que condena um de seus melhores nomes, internacionalmente aceito, nos coloca no rol dos países lixo com uma justiça falida e feita de arbítrio e não de provas irrefutáveis", escreveu o estudioso em sua conta no Twitter.

O post foi publicado antes de sair na imprensa a notícia de que a ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber mandou arquivar o inquérito contra o senador José Serra (PSDB-SP). O inquérito contra Serra tinha como base a delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, além de outros executivos da J&F. Joesley afirmou que os repasses do grupo para a campanha do tucano somaram R$ 20 milhões, sendo que apenas R$ 13 milhões foram declarados.

Também vale ressaltar que o pivô do mensalão tucano, o ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB), pode ser beneficiado, pois o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) reduziu o tempo de prisão dele e permitiu que ele respondesse ao processo em liberdade até a última instância.

De acordo com reportagem de Patrícia Faermann, no Jornal GGN, "a decisão foi tomada na noite desta quarta-feira (07), quando a condenação de Azeredo por peculato e lavagem de dinheiro no mensalão tucano foi mantida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Dois dos três desembargadores entenderam que poderiam ser tirados nove meses da condenação do tucano".


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