São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - terça-feira 22 de maio de 2018 - Ano: X - Edição: 3.504 - Visualizações: 22.150.328 - Postagens: 33.408

Revista Carta Capital questiona: vão blindar de novo o PSDB?



Capa da revista Carta Capital destaca o caso de Paulo Vieira de Souza, arrecadador do PSDB nas obras do Rodoanel e nos pedágios, flagrado com R$ 113 milhões na Suíça; "As contas de Paulo Preto colocam os 'inimputáveis' tucanos, entre eles José Serra e Aloysio Nunes Ferreira na mira da Lava Jato. Que dirão Gilmar Mendes e Raquel Dodge?", diz a chamada da capa; casos de propina envolvendo o nome de Paulo Preto já foram citados por sete delatores da Lava Jato (da Odebrecht, Andrade Gutierrez e pelo operador Adir Assad), e aparece em depoimentos de outros três executivos da OAS e da Queiroz Galvão que negociam acordo com procuradores


3 DE MARÇO DE 2018

A revista Carta Capital que chega às bancas neste fim de semana traz como reportagem principal as implicações do caso Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, e apontado como operador de propinas do PSDB nos governos tucanos de São Paulo.

"As contas de Paulo Preto colocam os 'inimputáveis' tucanos, entre eles José Serra e Aloysio Nunes Ferreira na mira da Lava Jato. Que dirão Gilmar Mendes e Raquel Dodge?", diz a chamada da capa.

Paulo Preto foi flagrado por investigadores com R$ 113 milhões em quatro contas na Suíça. O Ministério Público da Suíça confirmou que está levantando documentos e extratos das quatro contas bancárias, numa iniciativa feita em resposta a pedido da Justiça brasileira.

Casos de propina envolvendo o nome de Paulo Preto já foram citados por sete delatores da Lava Jato (da Odebrecht, Andrade Gutierrez e pelo operador Adir Assad), e aparece em depoimentos de outros três executivos da OAS e da Queiroz Galvão que negociam acordo com procuradores.

Todos acusam o ex-diretor da Dersa, a estatal de rodovias de São Paulo, de ter cobrado propina na obra do Rodoanel, realizada na gestão do tucano José Serra (2007-2010).

Um delator da OAS, Carlos Henrique Barbosa Lemos, conta que houve uma reunião no Palácio dos Bandeirantes, com Aloysio e outros integrantes do governo, para checar se de fato Souza representava Serra e o seu chefe da Casa Civil —havia uma desconfiança de que ele embolsava o que dizia ser dinheiro para futuras campanhas.


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