São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - sábado 21 de abril de 2018 - Ano: X - Edição: 3.473 - Visualizações: 21.650.328 - Postagens: 33.408

MST ocupa fazenda de Oscar Maroni, dono do puteiro que homenageou Moro e Cármen Lúcia




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Cerca de 300 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam nesta terça-feira (17) a fazenda Santa Cecília, localizada em Araçatuba, de propriedade de Oscar Maroni; esta é quarta ocupação do MST nas terras do empresário, famoso por agenciar casas de prostituição de luxo como o Bahamas Club; Maroni homenageou Sérgio Moro e a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) expondo imagens deles na frente do Bahamas, além de ter oferecido bebida de graça aos frequentadores após a prisão do ex-presidente Lula

17 DE ABRIL DE 2018

Cerca de 300 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam nesta terça-feira (17) a fazenda Santa Cecília, localizada em Araçatuba – SP, de propriedade de Oscar Maroni.

Esta é quarta ocupação do movimento na área do empresário, famoso por agenciar casas de prostituição de luxo como o Bahamas Club, onde Maroni agrediu sexualmente diversas mulheres, expondo o corpo de muitas trabalhadoras do sexo perante centenas de homens em uma festa na última sexta-feira (06/04). Maroni também homenageou Sérgio Moro e a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) expondo imagens deles na frente do Bahamas, além de ter oferecido bebida de graça aos frequentadores após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A fazenda possui aproximadamente 1,7 mil hectares, e já esteve envolvida em processos trabalhistas que a levaram a leilão em 2016. O MST exige que a área seja destinada para a Reforma Agrária, para a construção de um assentamento onde as famílias possam morar e produzir alimentos agroecológicos, trabalhando sob relações de gênero igualitárias.


A ação faz parte da Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária e denuncia as violências de Oscar Maroni. Além de rememorar os 22 anos de impunidade do Massacre de Eldorado dos Carajás, a Jornada também denuncia a paralisação da Reforma Agrária, a arbitrariedade da prisão de Lula e reivindica agilidade nas investigações do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.

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