São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - sábado 21 de abril de 2018 - Ano: X - Edição: 3.473 - Visualizações: 21.650.328 - Postagens: 33.408

Operadores de Temer conhecidos como “quadrilhão do MDB” são denunciados por propina



Operadores e homens de confiança de Michel Temer, o advogado José Yunes e o coronel da reserva João Baptista Lima Filho foram denunciados pelo Ministério Público Federal por  participarem de organização criminosa conhecida como "quadrilhão do MDB"; operação apura a atuação do grupo político ligado a Temer, que seria formado por aliados como Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Rodrigo Rocha Loures, Eliseu Padilha e Moreira Franco; como ambos não têm foro privilegiado, as denúncias foram endereçadas para a 12ª Vara Federal de Brasília; apesar de terem sido indiciados, eles foram soltos ontem à noite pelo ministro do STF Luís Roberto Barroso, que atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República

1 DE ABRIL DE 2018

Oito dias antes de serem presos pela Operação Skala, na quinta-feira passada, o advogado José Yunes e o coronel da reserva João Baptista Lima Filho, ambos amigos pessoais e operadores de Michel Temer, foram denunciados pelo Ministério Público Federal por supostamente participarem de organização criminosa ligada ao MDB.

Yunes e Lima foram denunciados no dia 21 de março, com base em dados reunidos durante a investigação do caso batizado como “quadrilhão do MDB”. Como os dois não têm foro privilegiado, as denúncias foram endereçadas para a 12ª Vara Federal de Brasília. Outras três pessoas estão em situação semelhante. Os nomes dos demais integrantes dessa nova leva de denunciados, no entanto, estão sob sigilo.

O ‘quadrilhão’ apura a atuação do grupo político ligado a Temer, que seria formado por aliados como Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Rodrigo Rocha Loures, Eliseu Padilha e Moreira Franco. Se a denúncia for aceita, Yunes e Lima se tornarão réus e poderão responder por crime de organização criminosa.

O caso investiga uma série de irregularidades atribuídas a integrantes de partidos cometidas em diversos escalões da administração pública, como na Caixa Econômica Federal. Há ainda suspeitas de irregularidades no setor portuário, com provas distintas das que neste momento estão em avaliação na Operação Skala.

As informações são de reportagem de Fabio Serapião  e Breno Pires no Estado de S.Paulo.


0 comentários:

[ Deixe-nos seu Comentário ]