São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - sábado 21 de Julho de 2018 - Ano: X - Edição: 3.564

Petroleiros discutem paralisação nacional contra prisão de Lula e a arbitrariedade do juizeco fascista Sérgio Moro




O coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel, convocou nesta quinta-feira, 5, a categoria petroleira para reliazação de assembleias sexta-feira, 06, pela manhã, para deliberar sobre a possibilidade de uma paralisação nacional contra a prisão política do ex-presidente Lula; "A gravidade do momento exige decisões duras. Por isso nós estamos orientando a todos os petroleiros e petroleiras e direções sindicais a estarem amanhã cedo nas unidades realizando assembleias para deliberar sobre uma possível paralisação, caso venha a curso a prisão do ex-presidente Lula", afirma o coordenador da FUP


6 DE ABRIL DE 2018

O coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel, convocou nesta quinta-feira, 5, a categoria petroleira para reliazação de assembleias sexta-feira, 06, pela manhã, para deliberar sobre a possibilidade de uma paralisação nacional contra a prisão política do ex-presidente Lula.

"A gravidade do momento exige decisões duras. Por isso nós estamos orientando a todos os petroleiros e petroleiras e direções sindicais a estarem amanhã cedo nas unidades realizando assembleias para deliberar sobre uma possível paralisação, caso venha a curso a prisão do ex-presidente Lula", afirma o coordenador da FUP.

"Nós não podemos aceitar que o melhor presidente da história desse país, o presidente que levou a Petrobrás a um grau nunca visto antes na história dessa empresa, descobrindo o pré-sal, reativando a indústria naval, gerando empregos, renda e tecnologia para o país, seja preso por ilações", ressalta José Maria Rangel, orientando os trabalhadores que estiverem de folga a procurarem as unidades mais próximas do Sistema Petrobrás e se somarem às assembleias.

A direção da FUP estará reunida em São Bernardo do Campo, nesta sexta-feira, 06, discutindo com as demais lideranças dos movimentos sindicais e sociais do país a realização de uma grande greve geral em defesa de Lula e do Estado Democrático de Direito.


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