São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - segunda-feira 23 de Julho de 2018 - Ano: X - Edição: 3.566

Bastou Paulo Preto ameaçar abrir o bico que já é solto, esta é a Justiça brasileira



Após o ministro do STF Gilmar Mendes mandar soltar o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, operador do PSDB, o deputado Ivan Valente (Psol-SP) afirmou que, "para uns a condição de ser solto ou de negociar alguma coisa é falar aquilo que querem ouvir sobre uma certa pessoa que todos sabem quem é"; "Para outros, como é o caso de Paulo Preto, é o contrário, basta ameaçar abrir o bico que já é solto"


13 DE MAIO DE 2018

A decisão do ministro do Suprem Tribunal Federal Gilmar Mendes de mandar soltar o ex-diretor da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, operador do PSDB, continua rendendo críticas de parlamentares.

De acordo com o deputado federal Ivan Valente (Psol-SP), "para uns a condição de ser solto ou de negociar alguma coisa é falar aquilo que querem ouvir sobre uma certa pessoa que todos sabem quem é". "Para outros, como é o caso de Paulo Preto, é o contrário, basta ameaçar abrir o bico que já é solto", escreveu o parlamentar em sua conta no Twitter.

Autoridades suíças haviam informado que Paulo Preto mantinha o equivalente a R$ 113 milhões em contas fora do Brasil. O dinheiro recebido por ele é ligado principalmente ao ex-governador José Serra.

O operador do PSDB foi denunciado em março pela Operação Lava Jato por desvio de R$ 7,7 milhões, entre 2009 e 2011. O dinheiro era destinado ao realojamento de famílias desalojadas pela Dersa para a construção do Rodoanel, realizada na gestão do tucano José Serra (2007-2010).


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