São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - quarta-feira 20 de Junho de 2018 - Ano: X - Edição: 3.533

Prejuízos causados por Pedro Parente, com sua política de preços irresponsável na Petrobras já custaram R$ 10 bilhões ao Brasil



Estimativas preliminares apontam que os prejuízos causados por Pedro Parente, com sua política de preços irresponsável na Petrobras, que visa criar condições para a entrega do pré-sal e ativos da companhia, já custaram R$ 10 bilhões ao Brasil; no setor avícola, mais de 50 milhões de aves já morreram por falta de ração; diante do caos, o ministro Carlos Marun sinaliza que pode mudar a política de Parente; no Distrito Federal, a população pobre saiu no tapa para tentar conseguir alguns litros de gasolina; vídeo

27 DE MAIO DE 2018

Pedro Parente, indicado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, depois do golpe de 2016, para presidir a Petrobras e organizar uma política de preços que visa garantir a entrega do pré-sal a grupos internacionais e preparar a venda de ativos da companhia, produziu um cenário apocalíptico no Brasil. Em apenas cinco dias de paralisação dos caminhoneiros, como decorrência da política insana de Parente, os prejuízos já somam ao menos R$ 10,2 bilhões, conforme as primeiras estimativas de diferentes setores, levantadas pela jornalista Joana Cunha.

Isso sem contar nos R$ 5 bilhões que o governo usará para cobrir a perda que a Petrobras terá por reduzir o preço do diesel e suspender os reajustes diários. O presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), José Carlos Martins, estima que 40% das atividades do setor tenham sido atingidas, comprometendo negócios de R$ 2,4 bilhões.Na indústria de frangos e suínos, o cálculo chega a R$ 1,8 bilhão perdido em cinco dias, diz Ricardo Santin, vice-presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal)", informa a jornalista. "Todo dia estão morrendo pintinhos ou ovos que não nascem. Já morreram mais de 50 milhões de aves", diz Santin.

Além disso, mais R$ 1 bilhão deixou de ser faturado no setor farmacêutico, estima o Sindusfarma (da indústria de medicamentos). "Se faltam remédios, as doenças crônicas e as agudas podem se agravar, elevando despesas hospitalares", diz Nelson Mussolini, presidente da entidade. Outro R$ 1,3 bilhão é a conta da Anfavea, que parou a produção de veículos. Se não bastasse, mais de 100 voos foram cancelados apenas no dia de ontem.


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