São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - terça-feira 17 de Julho de 2018 - Ano: X - Edição: 3.560

Brasil experimentou na Copa como é ter um juiz Moro no caminho



17/06/2018

De certa forma, algumas lições são interessantes e parecem confirmar a existência de uma força metafísica. Enquanto se fala da inércia da população em relação à prisão do ex-presidente Lula, a sensação de impotência frente à corrupção de um juiz, já fere grande parte da população, faz tempo, desde 2014, quando se iniciou a Lava Jato.

Já no primeiro jogo do Brasil nesta Copa do Mundo houve algo semelhante ao que ocorre quando juiz é o Sérgio Moro. Na mesma medida que o juiz do jogo não poderia ser mexicano, o juiz a julgar Lula não poderia ser tucano. Ambos são incompetentes para exercer a função, um para apitar o jogo do Brasil e o outro pra julgar Lula.

O caso do juiz Moro, dispensa explicações, já o caso do juiz mexicano da copa, seus erros que alteraram por completo andamento da partida e o resultado do jogo, se tornaram roubo quando o uso do árbitro de vídeo foi dispensado. Ou seja, a arbitragem tem acesso às mesmas imagens que a TV e, mesmo assim, negligenciou um pênalti e a falta que possibilitou o gol roubado da Suíça.

Só pra lembrar, o Brasil foi o único país que votou contra o México, EUA e Canadá como sede da copa de 2026, em votação ocorrida há menos de uma semana.

Ora, contra o Brasil há tantas provas de um jogo roubado quanto da inocência do ex-presidente Lula. Se o brasileiro está achando ruim, imagina o Lula, que está preso por um árbitro é o Sérgio Moro e os de vídeo são os três nazistas do TRF-4?


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