VEJA usou e abusou das fake news, quebrou a Abril e perdeu a conexão com a realidade



A capa da revista Veja que chega às bancas é a demonstração de que, à beira de quebrar, a Editora Abril e sua principal revista estão perdendo a conexão com a realidade; a revista foi a principal agência da disseminação de fake news no país nos últimos 15 anos, numa campanha de ódio contra os governos do PT que arrastaram a revista e a Editora a uma decadência sem retorno; a revista lança uma capa com o título "As fake news que matam" -elas estão matando Veja e a Editora Abril


7 DE JULHO DE 2018

A capa da revista Veja que chega às bancas é a demonstração de que, à beira de quebrar, a Editora Abril e sua principal revista estão perdendo a conexão com a realidade. A revista foi a principal agência da disseminação de fake news no país nos últimos 15 anos, numa campanha de ódio contra os governos do PT que arrastaram a revista e a Editora a uma decadência sem retorno. A revista lança uma capa com o título "As fake news que matam" -elas estão matando Veja e a Editora Abril.

Veja, que já teve um milhão de assinantes perdeu metade deles ou até mais, segundo artigo de Miguel Enriquez. Há informações de que haverá 300 demissões nas já diminutas redações da editora, que mais revistas serão fechadas e que os prejuízos, que levaram a uma dívida de R$ 1,2 bilhão podem levar ao fim da empresa dos Civita.

Miguel Enriquez publicou artigo do Diário do Centro do Mundo expondo o prejuízo milionário amargado pela Editora Abril e indicando que se a empresa não der um jeito de recuperar o fôlego, pode acabar apelando para a recuperação judicial. Segundo o colunista, essa situação põe ainda mais pressão sobre Veja e tem sua parcela de culpa sobre o jornalismo recheado de fake news das últimas edições. A revista já chegou a responder por 2/3 do peso da Abril.

De acordo com o artigo, "pessoas que acompanham mais de perto a agonia da Abril" afirmam que o volume de assinaturas caiu pela metade nos últimos anos e estaria "entre 500 mil, na hipótese mais benigna, e 300 mil, na mais realista."

Os "balanços do grupo, auditados pela PricewaterhouseCoopers (PwC)", mostram que a editora teve "um prejuízo de R$ 331,6 milhões em 2017, continuou e ampliou a trajetória de perdas, que apenas nos últimos três anos totalizaram R$ 768,1 milhões."

O endividamento "também passou a ser preocupante: até 2024, o grupo terá de pagar aos credores de empréstimos e financiamentos R$ 1,2 bilhão, dos quais R$ 359 milhões até o fim de 2019."

"Essa situação", diz o relatório do final de abril passado, indica a "existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa sobre sua continuidade operacional."

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