Raquel Dodge terá que decidir sobre incitação a assassinatos feita por Bolsonaro

Editora 247

 O ministro Ricardo Lewandowski, do STF, enviou à procuradora-geral Raquel Dodge a representação apresentada pela coligação O Povo Feliz de Novo contra o candidato da extrema-direita a presidente, Jair Bolsonaro, que defendeu fuzilar brasileiros simpatizantes do PT durante ato de campanha no Acre; agora, Dodge, que já desafiou o Comitê de Direitos Humanos da ONU para cassar os direitos políticos do ex-presidente Lula, líder em todas as pesquisas, terá que se posicionar sobre a ameaça fascista que ronda o Brasil


3 DE SETEMBRO DE 2018

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federa (STF), solicitou nesta segunda-feira, 3, que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se manifeste sobre as declarações do candidato a presidente da extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL), que defendeu o fuzilamento de cidadãos brasileiros simpatizantes do Partido dos Trabalhadores.

A coligação O Povo Feliz de Novo (PT,PCdoB,PROS) ingressou no STF com ação criminal contra Bolsonaro por injúria injúria eleitoral, ameaça e incitação ao crime. Na representação, o PT argumenta que “por mera divergência política, entende o candidato ser necessário o fuzilamento de toda uma parcela da população, o que representa, a um só tempo, os cometimentos dos crimes de ameaça e incitação ao crime”. O partido pede que o STF ordene a Procuradoria-Geral da República (PGR) a abrir procedimento investigatório sobre o caso.


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