Polícia identificou participantes do assassinato de Marielle Franco, diz secretário

Editora 247

A Polícia Civil já identificou alguns dos participantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do seu motorista Anderson Gomes, oito meses depois do crime que chocou o País e ganhou repercussão internacional; segundo o secretário de Segurança Pública do Rio, general Richard Nunes, a polícia ainda não fez nenhuma prisão porque acredita que se pelo menos um dos envolvidos for preso, é possível que os outros escapem; "Temos que criar uma narrativa consistente com provas cabais que não sejam contestadas em juízo", disse Nunes em entrevista à Globonews que foi ao ar nesta quinta-feira (22)

22 DE NOVEMBRO DE 2018

A Polícia Civil já identificou alguns dos participantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do seu motorista Anderson Gomes, oito meses depois do crime que chocou o País e ganhou repercussão internacional.

A afirmação é do secretário de Segurança Pública do Rio, general da ativa Richard Nunes. Segundo Nunes, a polícia ainda não fez nenhuma prisão porque acredita que se pelo menos um dos envolvidos for preso, é possível que os outros escapem.

"Esperamos que [vamos concluir o inquérito em 31 de dezembro] sim. Não podemos ser precipitados. No momento que prende um [suspeito], não prende os demais. Alguns participantes nós temos. Temos que criar uma narrativa consistente com provas cabais que não sejam contestadas em juízo. Seria um fracasso que a sociedade não observasse essas pessoas como criminosas e elas não fossem condenadas no tribunal do júri", disse Nunes em entrevista concedida à Globonews que foi ao ar nesta quinta-feira (22).

Nunes disse ainda que "provavelmente" tem político envolvido na morte da vereadora. "Não é um crime de ódio. É um crime que tem a ver com a atuação política e a contrariedade de alguns interesses. Se a milícia não está a mando, está na execução. Provavelmente [tem político envolvido]." ​


0 comentários:

[ Deixe-nos seu Comentário ]