Motorista e sócio seriam mandantes de assassinato de empresário Leonardo Alcântara no Guararapes

Foto: Reprodução do Facebook


Segundo a Polícia Civil, os suspeitos simularam latrocínio para disfarçar a autoria do crime

16/01/2019

De acordo com investigações 10ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a morte do empresário Leonardo Alcântara foi encomendada pelo motorista e pelo sócio do administrador. O homem apontado como um dos executores, preso no mesmo dia, é Diego Cunha, líder de uma divisão de facção criminosa no Jangurussu. Outro suspeito da execução é identificado apenas como Gustavo, foragido desde então. As informações foram divulgadas na manhã desta quarta-feira, 16, pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE).  Leonardo era sócio em uma empresa de factoring - adiantamento de crédito.

A principal linha de investigação aponta que a ordem do homicídio é devido a insatisfação de Ricardo Rocha, sócio da vítima, com a divisão de lucros da empresa. Jeferson Souza, motorista, segundo o 10ª Delegacia, devia R$ 40mil à vítima. Os dois teriam encomendado o serviço a Diego, que devia cerca de R$ 2mil a Jeferson. O crime ocorreu em 2 de janeiro, no bairro Guararapes. Dos supostos envolvidos no crime, o único que não está preso é Gustavo, amigo de Diego e que seria um dos executores. Ele segue foragido.

Os relatos dos presos dão conta de que motorista e empresário estavam dentro do carro; antes da ação, o condutor deixou o veículo, e o empresário ficou sozinho. Os executores aproximaram-se e simularam latrocínio para realizar o crime. Francisco Diego Cunha Ferreira, 25, é acusado de homicídio qualificado por motivo torpe como executor; Jeferson Souza Vieira, 24, motorista da vítima, e Ricardo Rocha da Silva, 39, foram enquadrados pelo mesmo crimes, mas como mandantes.

Com informações do repórter Kevin Alencar | O POVO



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