Marco Aurélio Mello “joga no lixo” pedido de Flávio Bolsonaro para não ser investigado


Ricardo Moraes

O ministro Marco Aurélio Mello do STF negou nesta sexta-feira o pedido do agora senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para suspender as investigações do Ministério Público e da Justiça do Rio sobre as milionárias movimentações financeiras do caixa do clã Bolsonaro, o ex-PM  Fabrício Queiroz; segundo o o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, movimentou mais de R$ 7 milhões em apenas três anos; com a decisão, cai a proteção erguida por Luiz Fux para o clã Bolsonaro em 17 de janeiro

1 DE FEVEREIRO DE 2019

O ministro Marco Aurélio Mello do STF negou nesta sexta-feira o pedido do agora senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para suspender as investigações do Ministério Público e da Justiça do Rio sobre as milionárias movimentações financeiras do caixa do clã Bolsonaro, o ex-PM  Fabrício Queiroz. Segundo o o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, movimentou mais de R$ 7 milhões em apenas três anos. Com a decisão, cai a proteção erguida por Luiz Fux para o clã Bolsonaro em 17 de janeiro  O ministro arquivou o pedido sem julgá-lo e, como consequência, terão continuidade as investigações na primeira instância da Justiça do Rio de Janeiro. A informação é do Blog de Andréia Sadi.

Em entrevista ao blog há duas semanas, Marco Aurélio já tinha sinalizado que rejeitaria o pedido da defesa do senador eleito. "Tenho negado seguimento a reclamações assim, remetendo ao lixo", afirmou o ministro na ocasião.

Além da movimentação de R$ 1,2 milhão durante um ano, o Coaf identificou ainda, que, entre junho e julho de 2017, foram efetuados 48 depósitos em dinheiro numa conta de do parlamentar que totalizam R$ 96 mil. O teor do documento foi divulgado pelo Jornal Nacional.

O senador eleito também negociou dois apartamentos em bairros nobres do Rio de Janeiro, no valor de R$ 4,2 milhões, entre 2014 e 2017. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o período de aquisição é o mesmo em que o Coaf identificou uma movimentação de R$ 7 milhões nas contas de Fabrício Queiroz.


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