Sérgio Moro cobra, Rodrigo Maia estrila e rusgas aumentam



As rusgas entre Sergio Moro e Rodrigo Maia tiveram um tônus adicional de hostilidades na madrugada desta quarta-feira (20); Moro enviou mensagens em tom de cobrança a Maia, que rebateu com fortes críticas ao ex-juiz; o presidente da Câmara chegou ao Congresso dizendo que Moro estava "confundindo as bolas" e que ele era um "funcionário do Bolsonaro"; na mensagem Moro exigia celeridade ao pacote anticrime, idealizado por ele

21 DE MARÇO DE 2019

As rusgas entre Sergio Moro e Rodrigo Maia tiveram um tônus adicional de hostilidades na madrugada desta quarta-feira (20). Moro enviou mensagens em tom de cobrança a Maia, que rebateu com fortes críticas ao ex-juiz. O presidente da Câmara chegou ao Congresso dizendo que Moro estava "confundindo as bolas" e que ele era um "funcionário do Bolsonaro". Na mensagem Moro exigia celeridade ao pacote anticrime, idealizado por ele.


Segundo a reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o titular da Justiça teria acusado o deputado do DEM de não respeitar um acordo. 

A matéria destaca que "em resposta ríspida, Maia pediu a Moro respeito e afirmou que era ele o presidente da Câmara, cargo que tem a atribuição de definir a pauta de votações da Casa. A aliados, o deputado disse que o ministro estava sendo inconveniente pelo gesto e que não havia descumprimento nenhum de acordo. Ele disse ter acordado com o Palácio do Planalto que priorizaria na pauta da Câmara a aprovação da reforma da Previdência, considerada crucial para a gestão de Jair Bolsonaro, e que na sequência colocaria o texto de Moro para tramitar."

A matéria ainda acrescenta que "essa foi a segunda vez que Moro cobrou diretamente Maia em menos de uma semana. A primeira delas foi no sábado (16), quando o deputado recebeu o ministro na residência oficial da Câmara para um churrasco no qual estiveram presentes os chefes dos três poderes. Na noite de quarta, Maia desqualificou o projeto anticrime apresentado por Moro dizendo que o texto é um "copia e cola" de proposta sobre o mesmo tema que foi apresentada no passado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF."


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