Globo, que liderou o golpe, vê suas concorrentes se beneficiando da crise



A crise financeira da Globo, que adotou uma política de demissões, cortes de pessoal e de remuneração está abrindo espaço para outras redes, em especial a Record e a nascente CNN Brasil; no meio publicitário, os grandes prejuízos da Rede Globo são tema recorrente nas últimas semanas

12 DE JUNHO DE 2019

A crise financeira da Globo, que adotou uma política de demissões, cortes de pessoal e de remuneração está abrindo espaço para outras redes, em especial a Record e a nascente CNN Brasil. No meio publicitário, os grandes prejuízos da Rede Globo são tema recorrente nas últimas semanas. Em 2019, a emissora da família Marinho perdeu o primeiro lugar no ranking da faturamento entre os principais meios de comunicação televisivos do País, com R$ 7,07 milhões, atrás do SBT (R$ 7,3 milhões) e da Record (R$ 10,3 milhões).

Apresentador da GloboNews que não aceitou a redução de salário, Sérgio Aguiar é mais um nome certo agora no elenco de notícias da Record e comandará um novo telejornal que a rede de Edir Macedo lançará nos fins de noite.

Na segunda-feira (10), Ivan Moré antecipava a rescisão de seu contrato na Globo e vai para a Record.

De acordo com  dados da Secom (Secretaria Especial de Comunicação da Presidência), os gastos do governo com publicidade institucional saíram de R$ 44,5 milhões no primeiro trimestre de 2018 para R$ 75,5 milhões no mesmo período de 2019, informou o jornalista Leandro Prazeres, no UOL. Na comparação com o mesmo período de 2017, o crescimento é ainda maior.

Em 2017 e 2018, a Globo encontrava-se isolada na liderança do bolo publicitário, com faturamento de R$ 6,9 milhões no primeiro trimestre, à frente do SBT (R$ 1,34 milhão) e da Record (R$ 1,21 milhão). Em 2018, o padrão se manteve.


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