Parentes de Bolsonaro receberam mais de R$ 21 milhões em cargos comissionados do clã



Segundo levantamento feito pela revista Época e jornal O Globo, quando se inclui as famílias de assessores – entre elas as de Fabrício Queiroz – que tiveram parentes empregados pelo clã, o valor sobe para R$ 65,2 milhões no período

10 de agosto de 2019

Os 22 parentes das duas primeiras mulheres de Jair Bolsonaro (PSL) que ocuparam cargos comissionados nos gabinetes do atual presidente e ex-deputado e dos filhos – Flávio, Carlos e Eduardo – receberam cerca de R$ 21,1 milhões desde a primeira vez que o capitão foi alçado ao mundo político, em 1991.

Segundo levantamento feito pela revista Época e jornal O Globo, no total, as 32 famílias – entre elas as de Fabrício Queiroz – que tiveram parentes empregados pelo clã receberam R$ 65,2 milhões no período. Essas famílias são responsáveis por 102 das 286 nomeações em gabinetes dos Bolsonaro – com pelo menos 37 atuando como funcionários fantasma.

O capitão foi eleito deputado federal em 1991 e reeleito mais seis vezes, ficando 28 anos na Câmara Federal. Os filhos mais velhos seguiram os rumos do pai. Carlos entrou para a política em 2001, Flávio em 2003 e Eduardo em 2015.


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