Globo faz campanha contra o STF para manter instituições sob seu controle e impedir investigação de seus crimes


O processo de sonegação da Globo, que desapareceu da Receita
e o DCM encontrou no subúrbio do Rio

Publicado por Joaquim de Carvalho - 29 de setembro de 2019

O processo de sonegação da Globo, que desapareceu da Receita e o DCM encontrou no subúrbio do Rio
A Globo está em uma campanha intensa para emparedar o Supremo Tribunal Federal e manter a Lava Jato como a última instância do Poder Judiciário, o que, em última análise, representa o poder dela própria.

Para a emissora, é mais fácil manter sob controle os jovens procuradores de Curitiba do que encabrestar todos os experientes magistrados que ocupam a corte constitucional.

Na quinta-feira, foi a edição desonesta da cobertura da sessão do STF, ontem o editorial do jornal e hoje seus colunistas se empenham na tarefa de apresentar o STF como uma ameaça ao que seria o “novo Brasil”.

Qualquer semelhança com o discurso de Bolsonaro não é mera coincidência. A conversa de “novo Brasil” é a arma de ambos para atacar um projeto de desenvolvimento com inclusão social e soberania que deu certo nos governos de Lula e Dilma. 

Se a preocupação da Globo agisse, como diz, a defesa de um país sem corrupção, começaria por fazer o dever de casa, já que é grande o passivo dela nessa área, conforme eu mesmo pude testemunhar, em reportagens recentes.

Estive em Road Town, capital das Ilhas Virgens Britânicas, onde a Globo disse que havia uma empresa com direitos de transmissão da Copa do Mundo que ela comprou. Era mentira.

A empresa só existia no papel, e era uma armação da própria família Marinho para não pagar impostos no Brasil.

Flagrada no crime, se safou graças à subtração do processo na Receita Federal por uma funcionária que é dona de um apartamento vizinho ao prédio onde Roberto Marinho tinha uma cobertura.

DCM

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