Procuradorazinha Thaméa Danelon que elaborou pedido de impeachment de Gilmar Mendes não será mais promovida


(Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

O futuro procurador-geral da República, Augusto Aras, desistiu de nomear a procuradora Thaméa Danelon como chefe da Lava Jato em Brasília, segundo informa a jornalista Mônica Bergamo. O motivo: a Vaza Jato apontou sua articulação para um pedido de impeachment do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal

20 de setembro de 2019

"A procuradora Thaméa Danelon não deve mais ser nomeada para chefiar a força-tarefa da Lava Jato que atua na PGR (Procuradoria-Geral a República), em Brasília. Ela já tinha conversado sobre a possibilidade com Augusto Aras, indicado por Jair Bolsonaro para comandar a PGR. Aras se mostrou simpático à ideia —mas o plano mudou com a divulgação de mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil que mostraram Thaméa atuando pelo impeachment do ministro Gilmar Mendes do STF (Supremo Tribunal Federal)", informa a jornalista Mônica Bergamo, em sua coluna na Folha de S.Paulo.

"Magistrados da corte passaram a ver a eventual nomeação dela como um desrespeito —Thaméa não assumiu a autoria da peça, mas sim redigiu o texto a pedido de um advogado, Modesto Carvalhosa", lembra ainda a jornalista.

Folha de S. Paulo



1 comentários:

Marcos adm disse...

Agora ela vai "procurar" sua turma

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