Ciro Gomes define Sérgio Moro como analfabeto funcional em direito


Ciro Gomes
(Foto: REUTERS/Nacho Doce)

"O Moro é um politiqueiro absolutamente desonesto. É uma mancha grave no Poder Judiciário brasileiro, além de ser muito despreparado. Moro é analfabeto funcional de matéria de direito", disse Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à presidência da República, em nova tentativa de ajustar seu discurso. Sobre Lula, Ciro atenuou as críticas

13 de outubro de 2019

Em nova entrevista, desta vez concedida aos jornalistas Gustavo Uribe e :Luciana Amaral, o político Ciro Gomes, do PDT, escolheu o ex-juiz Sergio Moro como seu alvo principal. "Moro é um politiqueiro ambicioso e corrupto, porque aceitou uma promessa de uma vantagem. Ou não é corrupção um juiz condenar um político, independentemente se esse político é ou não culpado, e depois aceitar ser ministro de quem ganhou a eleição, porque aquele outro não pôde participar da eleição? Isso é deplorável. Não existe esse tipo de precedente no mundo", disse ele.

"O Moro é um politiqueiro absolutamente desonesto. É uma mancha grave no Poder Judiciário brasileiro, além de ser muito despreparado. Moro é analfabeto funcional de matéria de direito", prosseguiu, em nova tentativa de ajustar seu discurso.


Sobre Lula, Ciro atenuou as críticas e disse que ele deve se submeter ao semiaberto. "A presença de um cidadão na cadeia é ordem do Estado e da lei. Não depende da vontade dele. Então, se a Justiça determinar o regime semiaberto, cabe ao paciente, isso estou falando em tese qualquer que seja ele, simplesmente obedecer. Isso é o que está escrito na lei. Não é voluntário a presença de ninguém em uma cadeia pública. Lula só faz política 24 horas por dia e está desmoralizando a Justiça que resta do Brasil. No Brasil, agora, não tem mais lei. É tudo conveniência e o Lula sentiu, com esse instinto extraordinário que ele tem, que a Justiça brasileira está em xeque e resolveu tripudiar", afirmou.

Ciro também fez críticas a Luciano Huck e se posicionou contra o eventual impeachment de Jair Bolsonaro.


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