Globo como sempre alinhada ao golpe esconde do público que Lula é Cidadão de Honra de Paris


 (Foto: Felipe Gonçalves/247 | Reprodução)

Os jornais que participaram da destruição da democracia no Brasil, atuando na deposição ilegal de Dilma e na prisão sem provas de Lula, omitiram de seus leitores que o ex-presidente Lula recebeu ontem o título de Cidadão de Honra de Paris

4 de outubro de 2019

Lula é agora Cidadão de Honra de Paris. A notícia é destaque em todo mundo, mas foi escondida por toda a mídia conservadora do país, que decidiu esconder de seus leitores o fato de um preso político brasileiro ser honrado com o título de cidadão parisiense. Até o conservador jornal francês Le Figaro deu a notícia com grande destaque.

A notícia foi censurada em toda a mídia responsável pelo golpe contra Dilma Roussef e pela eleição de Jair Bolsonaro, que baniu o assunto das páginas dos jornais, das TVs e sites.

A decisão de Paris representa uma grande derrota para Jair Bolsonaro, que só é presidente porque Lula foi artificialmente barrado da disputa presidencial, para Moro, que operou a farsa judicial, e para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que ajudou a articular a prisão de Lula e, embora tenha apartamento à disposição em Paris, jamais mereceu tal honraria.

O conservador Le Figaro registrou assim a notícia: "A cidade de Paris decidiu na quinta-feira conceder cidadania honorária ao ex-presidente brasileiro Lula, que atualmente está cumprindo pena de prisão, por seu compromisso de reduzir a "desigualdade social e econômica" em seu país".

A Prefeitura de Paris em seu comunicado afirmou que a ação de Lula "permitiu que quase 30 milhões de brasileiros escapassem da pobreza extrema e acessassem direitos e serviços essenciais".

"Lula é conhecido por sua política proativa de combater a discriminação racial particularmente acentuada no Brasil", acrescenta o comunicado, dizendo que "através de seu compromisso político, todos os defensores da democracia no Brasil são atacados."

A carta da Prefeitura destaca ainda a perseguição judicial movida por Moro contra Lula, o posicionamento de parlamentares franceses, juristas e ex-chefes de Estado no entendimento de Lula teve seu direito de concorrer à presidência em 2018 barrado e cita o The Intercept e a revelação de que houve um conluio entre o então juiz e autoridades da Operação Lava Jato para condená-lo e prendê-lo.


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