A guerra já começou, diz embaixador iraniano na ONU


(Foto: Reuters)

"Os Estados Unidos já começaram uma guerra, não apenas em termos econômicos, mas em algo a mais matando um de nossos generais mais importantes, cuja perda é lamentada não apenas pelos iranianos, mas também por outros países da região", disse o embaixador iraniano na ONU, Majid Takht Ravanch, após o assassinato do general Soleimani ordenado por Donald Trump

4 de janeiro de 2020

Sputinik – O embaixador iraniano na ONU, Majid Takht Ravanchi, comentou a tensão que se instaurou entre o Irã e os EUA após o assassinato do general Qasem Soleimani.

Ao falar sobre as declarações do secretário de Estado, Mike Pompeo, sobre o suposto ataque iminente planejado por Soleimani contra os norte-americanos, em entrevista ao canal CNN, o diplomata considerou as alegações infundadas.

"Definitivamente rechaçada [a acusação]. Se eles têm alguma evidência, devem mostrá-la. Eles devem fornecer a evidência", disse Ravanchi.

O embaixador também comentou as declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, que disse que os EUA não buscam mudar o sistema político do Irã.

"O que importa são as ações de Washington, não suas palavras. Mas o que elas estão realmente fazendo é pressionar bastante o povo iraniano", disse.
Ao ser questionado sobre as ações de resposta prometidas pelo governo iraniano após a morte de Soleimani,o embaixador afirmou que os EUA já "começaram uma guerra".

"EUA já começaram uma guerra, não apenas em termos econômicos, mas em algo a mais matando um de nossos generais mais importantes, cuja perda é lamentada não apenas pelos iranianos, mas também por outros povos da região. Portanto, não podemos simplesmente fechar os olhos para o que aconteceu ontem à noite: definitivamente haverá uma vingança dura", disse Ravanchi.


1 comentários:

Unknown disse...

Depois que foi colocado na imprensa mundial a descoberta de petróleo, que equivalem a mais de 50 milhões de barris brutos, é que armaram esta arapuca aos Iranianos. Taí o verdadeiro motivo da morte do General. E o Brasil nada tem haver com tudo isto e quer se meter aonde não é chamado para dar palpites e se unir ao assassino dos EUA. Aqui no Brasil a maioria da sociedade civil ...mais ou menos 90% desta!... não apoia o governo fascista que foi colocado no poder por robôs detonando as eleições e fazendo um estrago grande nas finanças e patrimônios da população Brasileira.

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