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São Gonçalo do Amarante - CE - Segunda-feira 28 de setembro de 2020 - Ano: XII - Edição: 4.362

Globo é mesmo um lixo, escondeu crítica da Mangueira a Jair Bolsonaro


Mangueira retrata a diversidade através de Jesus Cristo
Mangueira retrata a diversidade através de Jesus Cristo
(Foto: ESq.: Riotur / Dir.: Isac Nóbrega - PR)

A Mangueira teve como samba-enredo "A Verdade vos Fará Livre". O mote da escola foi um Jesus Cristo "da gente", com "rosto negro, sangue índio, corpo de mulher", uma crítica a Jair Bolsonaro

24 de fevereiro de 2020

Terceira escola a entrar neste domingo na Sapucaí, a Mangueira teve como samba-enredo "A Verdade vos Fará Livre", que narra a trajetória de Jesus Cristo, uma crítica a Jair Bolsonaro, à mistura de religião com política e a quem manifesta intolerância religiosa. O mote da escola foi um Cristo "da gente", com "rosto negro, sangue índio, corpo de mulher".

Versos falam de "opressão" e "profetas da intolerância". Em um dos trechos a Mangueira cantou: "Favela, pega a visão/ Não tem futuro sem partilha/Nem Messias de arma na mão".

Mas, ao transmitir o desfile, a Globo não mencionou em momento algum os versos mais polêmicos, nem mesmo para dizer que, segundo os autores, não é uma referência a Bolsonaro. Alex Escobar e Fátima Bernardes interpretaram o desfile.


Só um analfabeto funcional pra não entender do que a Mangueira quis falar. SE JESUS NASCESSE HOJE, NAS MESMAS CONDIÇÕES, SERIA CRUCIFICADO DE NOVO.

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Jesus retratado como jovem negro. Parabéns, Mangueira, mais uma vez!

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"Favela, pega a visão
Não tem futuro sem partilha
Nem messias de arma na mão"

A Mangueira trouxe para a Avenida o Jesus da gente, do nosso Brasil. Seu enredo engajado e encantador é de encher os olhos. Viva a Estação Primeira!




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