Polícia faz operação para prender miliciano ligado ao clã Bolsonaro acusado de matar Marielle



A ação ocorreu numa casa localizada em condomínio fechado na Costa do Sauípe, uma das praias mais famosas do Brasil, mas Nóbrega não foi encontrado. No local, estavam apenas a sua mulher e duas filhas

1 de fevereiro de 2020

A Polícia Civil da Bahia fez uma operação nesta sexta-feira 31 para prender o ex-capitão da PM Adriano da Nóbrega, acusado de comandar a milícia Escritório do Crime, no Rio de Janeiro, e ligado à família de Jair Bolsonaro.

Foragido há mais de um ano, o ex-PM e outros membros da quadrilha são suspeitos de participação no atentado contra a vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes.

Ele também é citado na investigação sobre a suposta “rachadinha” no gabinete do hoje senador Flávio Bolsonaro, da época em que era deputado estadual na Alerj. Adriano teve duas parentes nomeadas pelo filho de Jair Bolsonaro. 

Segundo reportagem da Veja, a ação ocorreu numa casa localizada em condomínio fechado na Costa do Sauípe. “Nóbrega não foi encontrado. No local, estavam apenas a sua mulher, Júlia Mello, e as duas filhas de 17 e 7 anos”, diz a revista.


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