‘Provocar invasão em hospital é caso para internamento urgente em manicômio’, diz Requião sobre Bolsonaro


(Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

“Provocar invasão em hospital ativo”, escreveu Roberto Requião no twitter, “não é mais caso para o TSE e muito menos de impeachment”. “Internamento urgente no manicômio judiciário”, pediu o ex-senador para Jair Bolsonaro

13 de junho de 2020

O ex-senador Roberto Requião criticou Jair Bolsonaro em publicação no Twitter, na noite de sexta-feira (12). “Provocar invasão em hospital ativo”, escreveu, “não é mais caso para o TSE e muito menos de impeachment”. “Internamento urgente no manicômio judiciário”, reforçou Requião que fez alusão ao pedido de Bolsonaro para que apoiadores invadam e filmem hospitais de campanha no intuito de ver se não estão sendo usados para fins políticos.

“Desde o começo se falava no tal achatamento da curva, o isolamento tinha que acontecer pra não faltar leitos nos hospitais. As informações que nós temos é que na totalidade ou em grande parte, ninguém perdeu a vida por falta de respirador e falta de UTI. Agora, se tem um hospital de campanha perto de você, dá um jeito de entrar e filmar. Muita gente está fazendo isso, mais gente tem que fazer para mostrar se os leitos estão ocupados ou não”, disse Bolsonaro em live da quinta-feira (11). 


Na sexta-feira, 12, um grupo de pelo menos seis pessoas entrou no Hospital municipal Ronaldo Gazolla, unidade de referência no tratamento da Covid-19 no Rio, e invadiu alas restritas a médicos e pacientes. Uma mulher, pertencente ao grupo, muito alterada, teria chutado portas, derrubado computadores e até tentado invadir leitos de pacientes internados.

"Eles gritavam, pelo quinto andar da unidade, que tinham direito de verificar os leitos, para ver se estavam mesmo ocupados, e por vezes, ainda segundo relatos de quem presenciou tudo, também gritavam: 'Mentira! mentira!'", diz o jornal O Globo.




Provocar invasão em hospital ativo. Não é mais caso para o TSE e muito menos de impeachment. Internamento urgente no manicômio judiciário.

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