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São Gonçalo do Amarante - CE - Sexta-feira 25 de setembro de 2020 - Ano: XII - Edição: 4.359

O genocida afunda o País e nada acontece na República de Bananas, questiona Kennedy Alencar

 

(Foto: Divulgação | ABr)

Esta foi a resposta do jornalista Kennedy Alencar à ameaça feita por Jair Bolsonaro a um repórter do Globo, num novo crime de responsabilidade que, mais uma vez, não receberá resposta das instituições

24 de agosto de 2020

"Se tivesse explicação legal, já teria dado. Não tem nenhuma. É dinheiro de origem suspeita. O genocida é um presidente que degrada a democracia, enfraquece instituições e afunda o país. Tem comportamento criminoso no cargo e não acontece nada. República de bananas", escreveu o jornalista Kennedy Alencar, sobre o novo crime de responsabilidade cometido por Jair Bolsonaro, ao ameaçar um jornalista do Globo. Saiba mais abaixo:

(Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse neste domingo ter vontade de encher a boca de um repórter de porrada, após ser questionado sobre supostos depósitos feitos na conta da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, pelo ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz.

“Vontade de encher tua boca com uma porrada, tá”, afirmou o presidente, após pergunta feita por jornalista do jornal O Globo, de acordo com áudio divulgado pelo jornal.

A declaração foi dada durante visita feita por Bolsonaro à Catedral de Brasília.

No início deste mês, a revista Crusoé divulgou que Queiroz, que é ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), depositou 72 mil reais em cheques na conta da primeira-dama entre 2011 e 2018, período em que é suspeito de operar um esquema de “rachadinha” no gabinete do filho do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A informação sobre os depósitos foi confirmada pelos jornais O Globo, O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo, de acordo com as publicações.

Além dos valores depositados por Queiroz, a mulher do ex-assessor parlamentar também fez repasses, no valor total de 17 mil reais, à Michelle Bolsonaro, em 2011, de acordo com a Folha.

Brasil 247

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