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São Gonçalo do Amarante - CE - Domingo 29 de novembro de 2020 - Ano: XIII - Edição: 4.424

O inferno paraguaio de Ronaldinho Gaúcho (embaixador de esportes do governo Bolsonaro) vai acabar segunda-feira

Ronaldinho Gaúcho deverá voltar ao Brasil já na segunda-feira. Cinco meses preso

Reprodução/Instagram

Depois de cinco meses preso no Paraguai, por passaportes falsificados, ele e o irmão Assis deverão ser soltos na segunda-feira. Basta pagar R$ 1,1 milhão

POR COSME RÍMOLI | 23/08/2020

Está tudo mais do que encaminhado.

Os advogados de Ronaldinho Gaúcho já até informormaram as autoridades paraguaias.

Ele e seu irmão Assis morarão no Rio de Janeiro, depois que deixarem o hotel Palmaroga, onde estão cumprindo prisão domiciliar.

Era a informação que faltava para a audiência de segunda-feira, que deverá ser o dia da libertação da dupla.

E em seguida, deverá embarcar para o Brasil.

E ela tem preço: Ronaldinho Gaúcho pagará 90 mil dólares de multa, cerca de R$ 502 mil. E Assis, 110 mil dólares, R$ 613 mil.

Desde o dia 6 de março, os dois estão presos no Paraguai.

Primeiro ficaram por 31 dias em uma cadeia militar.

Pagaram 1,6 milhão de dólares, cerca de R$ 8,9 milhões, de fiança. E conseguiram ir para o hotel cinco estrelas, fechado para os dois, em prisão domiciliar.

Os dois entraram no país vizinho com passaportes falsos. No documento, ambos apareciam como paraguaios naturalizados.

O processo de naturalização nunca aconteceu.

Na constituição paraguaia, há o direito de a justiça manter preso um suspeito pego em flagrante por até seis meses, para investigar há outras transgressões legais.

A suspeita do Ministério Público do Paraguai era que os dois estariam envolvidos em um esquema de lavagem de dinheiro com a empresária Dalia López. Ela que convidou os dois para Assunção, inclusive, está foragida.

R7

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