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São Gonçalo do Amarante - CE - Sexta-feira 5 de Março de 2021 - Ano: XIII - Edição: 4.520

Urubóloga Miriam Leitão escreve nota para avisar ao mundo que é e sempre será golpista

(Foto: Reprodução | ABr)

Uma das responsáveis pela farsa das "pedaladas fiscais", tese usada para derrubar a ex-presidente Dilma Rousseff e destruir a democracia, a economia e a imagem do Brasil, Miriam Leitão deixa claro que jamais se arrependerá de seu golpismo

29 de janeiro de 2021

A jornalista Miriam Leitão, que ajudou a construir a tese das "pedaladas fiscais", farsa usada para derrubar a ex-presidente Dilma Rousseff, recolocar a Petrobrás sob comando do PSDB, entregar o pré-sal a grupos internacionais, e que contribui para a ascensão do fascismo no Brasil, escreveu uma nota para deixar claro que não se arrepende de seu passado golpista.

"A ex-presidente Dilma Rousseff divulgou uma nota criticando minha coluna de domingo neste espaço. Ela pode discordar, claro, não pode é distorcer o que eu escrevi", escreveu. "Dilma interpretou como se eu estivesse querendo apagar o que escrevi quando ela enfrentou o processo no Congresso. Reafirmo tudo o que escrevi sobre ela e sobre aqueles fatos. Na própria coluna de domingo eu repeti que Dilma cometeu crime de responsabilidade fiscal e provocou o desmoronamento da economia. Por suas decisões o país enfrentou recessão, inflação, desemprego, elevação do déficit e da dívida. Não foi golpe o que aconteceu em 2016. Nunca achei que fosse, nem na época, nem agora", pontuou, tentando negar um golpe que já foi confessado por Michel Temer e Eduardo Cunha dois protagonistas da conspiração. Leia, abaixo, a posição de Dilma sobre o golpismo de Miriam Leitão e da Globo:

Nota da ex-presidente Dilma Rousseff - Miriam Leitão comete sincericidio tardio em sua coluna no Globo de hoje (24 de janeiro), ao admitir que o impeachment que me derrubou foi ilegal e, portanto, injusto, porque, segundo ela, motivado pela situação da economia brasileira e pela queda da minha popularidade. Sabidamente, crises econômicas e maus resultados em pesquisas de opinião não estão previstos na Constituição como justificativas legais para impeachment. Miriam Leitão sabe disso, mas finge ignorar. Sabia disso, na época, mas atuou como uma das principais porta vozes da defesa de um impeachment que, sem comprovação de crime de responsabilidade, foi um golpe de estado.

Brasil 247

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