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São Gonçalo do Amarante - CE - Terça-feira 22 de Junho de 2021 - Ano: XIII - Edição: 4.629

Ernesto Araújo, que depõe nesta terça-feira na CPI do Genocídio, está magoado e preocupa o governo Bolsonaro

(Foto: Divulgação)

Ex-chanceler, que atacou a China e sabotou a compra de vacinas, não teve apoio da Advocacia-Geral da União e poderia estar passando por uma "síndrome do abandono", segundo fontes do Planalto

18 de maio de 2021

O ex-chanceler Ernesto Araújo, que já foi considerado o pior diplomata do mundo e conseguiu desmoralizar o Itamaraty, ao levar teorias olavistas para dentro da instituição, depõe nesta terça-feira à CPI da Pandemia, com transmissão da TV 247, e preocupa o Palácio do Planalto. Isso porque fontes do governo avaliam que ele se sente abandonado pelo Palácio do Planalto após ter sido demitido. Ernesto foi um dos principais responsáveis pela tragédia brasileira, ao sabotar os esforços para a compra de vacinas e atacar a China, maior fornecedor de insumos. Alinhado com a extrema-direita internacional, ele atacava o que chamava de "comunavírus". O diplomata também participou de uma misteriosa missão a Israel, supostamente para adquirir "spray nasal", mas que foi colocada em sigilo.

"No caso de Ernesto, a preocupação é que os integrantes independentes e da oposição da CPI explorem uma eventual mágoa do ex-ministro das Relações Exteriores com o Planalto após uma saída turbulenta da pasta", informa reportagem do Valor.

"Diferente de Eduardo Pazuello, Ernesto não contou com o mesmo respaldo da Advocacia-Geral da União (AGU) às vésperas de seu depoimento. Fontes relatam que o próprio ex-chanceler preferiu contar com um advogado privado, mas havia a preocupação de que ele passasse por 'uma síndrome do abandono'”.

Brasil 247

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