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São Gonçalo do Amarante - CE - Terça-feira 28 de Setembro de 2021 - Ano: XIII - Edição: 4.726

ALEX SOLNIK | Preso, morto ou ditador

(Foto: Alan Santos/PR)

"Mais apocalíptico do que nunca, Bolsonaro repetiu seus arrotos autoritários, revelando que 1) morre de medo de perder em 2022; 2) morre de medo de ser preso e 3) e por isso pretende continuar no poder mesmo perdendo em 2022", escreve o jornalista Alex Solnik

28 de agosto de 2021

Alex Solnik é jornalista. Já atuou em publicações como Jornal da Tarde, Istoé, Senhor, Careta, Interview e Manchete. É autor de treze livros, dentre os quais "Porque não deu certo", "O Cofre do Adhemar", "A guerra do apagão" e "O domador de sonhos"

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“Nenhum homem aqui na Terra vai me amedrontar”.

“Temos um presidente que não deseja nem provoca rupturas, mas tudo tem limite em nossa vida. Não podemos continuar convivendo com isso”.

“Só Deus me tira da presidência”.

Alternativas de futuro:

“Estar preso, ser morto ou a vitória”.

Mais apocalíptico do que nunca, Bolsonaro repetiu seus arrotos autoritários, neste sábado (28), num templo evangélico de Goiânia, revelando que 1) morre de medo de perder em 2022; 2) morre de medo de ser preso e 3) e por isso pretende continuar no poder mesmo perdendo em 2022.

Preso, morto ou ditador.

Brasil 247

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