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São Gonçalo do Amarante - CE - Quarta-feira 27 de Outubro de 2021 - Ano: XIV - Edição: 4.757

MPRJ diz ter indícios suficientes de “rachadinha” no gabinete de Carlos Bolsonaro na Alerj

(Foto: Divulgação/Câmara Municipal do Rio de Janeiro)

De acordo com o MPRJ, além de desvio, a prática de "rachadinha" pode configurar apropriação indevida de recursos

23 de setembro de 2021

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) informou à Justiça fluminense ter "indícios suficientes" de peculato no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro na Alerj, através do desvio de salários de assessores fantasmas entre 2001 e 2019, em prática conhecida como "rachadinha".

De acordo com o MPRJ, além de desvio, a prática pode configurar apropriação indevida de recursos. A investigação apontou ainda para indícios de organização criminosa, já que haveria uma “divisão de tarefas” no gabinete, “caracterizada pela permanência e estabilidade, formada desde o ano de 2001 por diversos assessores nomeados pelo parlamentar”.

O MPRJ concluiu nesta quarta-feira (22) que oito ex-funcionários do gabinete de Carlos Bolsonaro na Alerj mantinham, enquanto nomeados, ocupações incompatíveis com o cargo de assessor parlamentar. O órgão apontou para a possibilidade de que “a remuneração de seus cargos fosse desviada pelo agente público”. 

O Globo

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