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São Gonçalo do Amarante - CE - Segunda-feira 17 de Janeiro de 2022 - Ano: XIV - Edição: 4.839

Revoltado por contrair o vírus, promotor paulista diz que Bolsonaro "deveria morrer de Covid"

(Foto: ABr | Reprodução)

Em publicação nas redes sociais, o promotor de Justiça de São Paulo Arual Martins se dirigiu a Bolsonaro chamando-lhe de "filho da puta" e "seu merda"

8 de janeiro de 2022

Do Conjur - Por meio de seu perfil no Facebook, o promotor de Justiça de São Paulo Arual Martins perdeu a paciência com a postura do presidente Jair Bolsonaro (PL) em relação à vacinação contra Covid-19 e usou palavrões para se referir ao mandatário.

Em texto publicado na noite desta quinta-feira (6/1), Martins originalmente se dirigiu a Bolsonaro chamando-lhe de "filho da puta" e "seu merda". Com alguns erros de digitação, a postagem termina com a frase "você deveria morrer de Covid, entubado (sic) em todos os seus orifícios, ser abjeto".

A publicação foi posteriormente editada, e a referência a Bolsonaro passou a ser "digníssimo senhor presidente". Na nova versão, Martins voltou a afirmar que está com Covid-19 e que não morreu "graças às três doses de vacina" que tomou. E tenou amenizar: "Siga a ciência e pense nisso quando criticar as vacinas! Você pode morrer de Covid, intubado em todos os seus orifícios, caso não se vacine. Se cuide".

Entusiasta da vacinação, Arual Martins se tornou notícia em 2021 por apresentar um texto que pedia vacinação prioritária para membros do Ministério Público de São Paulo.

A ideia surgiu em uma reunião do Conselho Superior do Ministério Público paulista. Na ocasião, foi lido um trecho do documento, assinado por vários promotores e procuradores, com as justificativas para a solicitação de prioridade na vacinação.

"Não é uma questão de egoísmo em relação a outras carreiras, mas, tendo em vista notadamente os colegas do primeiro grau, que trabalham com audiências, atendimento ao público e outras atividades em que o contato social é extremamente grande e faz parte do nosso dia a dia", diz trecho do abaixo-assinado que consta da ata da reunião.

Brasil 247

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